31 de julho de 2025
MÚSICA

Brasileira é indiciada na Coreia do Sul por perseguir Jung Kook, do BTS, e invadir residência do cantor

Mulher de cerca de 30 anos teria ido 23 vezes à casa do idol em Seul; familiares afirmam que ela viajou sozinha e enfrenta problemas de saúde

Por Redação
Publicado em
Jung Kook. - Foto: Divulgação

Uma brasileira de aproximadamente 30 anos foi indiciada na Coreia do Sul sob acusação de perseguição e invasão de propriedade contra o cantor Jung Kook, integrante do grupo de k-pop BTS. O caso foi formalizado por promotores do Distrito Oeste de Seul no último dia 27 de fevereiro.

De acordo com o jornal sul-coreano The Herald Business, a suspeita, identificada no inquérito como "A", foi denunciada pela Divisão de Investigação de Crimes contra Mulheres e Crianças. Ela responde por violação à Lei Antiperseguição do país e por invasão de propriedade. Antes da denúncia formal, a brasileira já estava sob custódia.

Segundo as autoridades, entre 7 de dezembro do ano passado e 4 de janeiro deste ano, a mulher teria ido 23 vezes à residência de Jung Kook, em Seul. Durante esse período, teria tocado a campainha repetidamente, permanecido nas imediações do imóvel e deixado cartas e correspondências.

No fim de dezembro, a polícia aplicou uma medida emergencial que proibiu a suspeita de se aproximar a menos de 100 metros da residência do artista ou de estabelecer qualquer tipo de contato. No entanto, os promotores afirmam que ela teria retornado ao local no início de janeiro, o que motivou também a acusação por descumprimento de ordem emergencial de proteção.

Em entrevista ao g1, familiares da brasileira afirmaram que ela viajou sozinha para a Coreia do Sul sem avisar parentes, após economizar dinheiro. Segundo eles, a mulher enfrenta problemas de saúde.

"Se o governo deportar ela para cá, será bem melhor, porque poderemos levá-la para a casa da mãe. Do jeito que está, pode acontecer algo pior", contou um familiar que preferiu não se identificar.

O caso segue em andamento na Justiça sul-coreana, e a brasileira permanece à disposição das autoridades locais.

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