31 de julho de 2025
INVESTIGAÇÃO

Polícia apura se homem encontrado morto em Coruripe tinha ligação com quadrilha de roubo a carros-forte

Vítima foi sequestrada por homens que se passaram por policiais civis; corpo foi localizado com sinais de violência

Por Redação
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Vítima foi sequestrada por homens que se passaram por policiais civis; corpo foi localizado com sinais de violência - Foto: Reprodução

A Polícia Civil investiga a morte de Rogério Homem de Andrade Barros Carício, de 43 anos, encontrado morto nesta terça-feira (21), em Coruripe, no Litoral Sul de Alagoas. A principal linha de investigação apura se o crime tem relação com o histórico da vítima, que havia sido condenada por participação em um roubo a carro-forte.

Rogério foi visto pela última vez na segunda-feira (20), quando foi abordado por três homens que usavam balaclavas e vestiam fardas semelhantes às da Polícia Civil. Imagens que circulam nas redes sociais mostram a vítima sendo algemada e colocada no banco traseiro de um veículo.

Segundo a Polícia Civil, nenhuma equipe da corporação realizava operação na região no momento da abordagem, o que reforça a suspeita de que os criminosos utilizaram o fardamento para se passar por agentes.

O corpo de Rogério foi encontrado com sinais de violência. A causa da morte será confirmada após os exames periciais.

De acordo com as investigações, uma das hipóteses é de que o homicídio esteja relacionado ao histórico criminal da vítima. Rogério participou de um roubo a um carro-forte em João Pessoa, em 2014, foi condenado e preso em 2019. Atualmente, cumpria pena em regime semiaberto e comparecia mensalmente ao Fórum de Coruripe para cumprir as medidas judiciais.

A polícia também apura a suspeita de que uma locadora utilizada por Rogério teria servido para o aluguel de veículos que, posteriormente, seriam empregados em ações criminosas.

Familiares da vítima já prestaram depoimento, e imagens de câmeras de videomonitoramento da região foram recolhidas para auxiliar na identificação dos responsáveis pelo sequestro e pelo homicídio. O caso segue sob investigação da Polícia Civil.