Obama condena ataque a tiros em jantar com Trump e pede rejeição da violência na democracia
Ex-presidente dos EUA destacou atuação do Serviço Secreto após atentado em Washington
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O ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou neste domingo (26) que é necessário “rejeitar a ideia de que a violência tenha qualquer lugar em nossa democracia” após o ataque a tiros ocorrido durante um jantar com jornalistas na capital norte-americana.
O evento contava com a presença do atual presidente, Donald Trump, que foi retirado às pressas pelo Serviço Secreto após os disparos.
O atentado aconteceu na noite de sábado (25), durante o tradicional jantar dos correspondentes da Casa Branca, realizado em Washington D.C. O suspeito, identificado como Cole Allen, de 31 anos, foi preso no local.
Durante a ação, um agente do Serviço Secreto dos Estados Unidos foi atingido, mas sobreviveu após receber atendimento médico.
Segundo informações iniciais, o atirador teria agido sozinho e tinha como alvo integrantes do alto escalão do governo.
Em publicação nas redes sociais, Obama destacou que, apesar de ainda não haver detalhes completos sobre a motivação do ataque, o episódio reforça a necessidade de preservar os valores democráticos.
“É nossa obrigação rejeitar a ideia de que a violência tenha qualquer lugar em nossa democracia”, afirmou.
O ex-presidente também classificou o episódio como um “lembrete impactante” do trabalho dos agentes de segurança e agradeceu pela atuação deles.
De acordo com autoridades, Cole Allen seria engenheiro e professor, residente na Califórnia. Ele teria viajado até Washington para executar o ataque.
O chefe do Departamento de Justiça informou que o suspeito se deslocou de trem até a capital e estava hospedado no mesmo hotel onde ocorria o evento.
As armas utilizadas teriam sido adquiridas nos últimos dois anos.
Após o incidente, Donald Trump afirmou que o suspeito é uma “pessoa doente” e descreveu o caso como ação de um “lobo solitário”.
O local foi isolado e evacuado, enquanto as autoridades seguem investigando a motivação do crime.