Em 24 horas, Maceió e Região Metropolitana registram sete casos de violência contra a mulher
Agressões físicas, ameaças e descumprimento de medidas protetivas levaram suspeitos à prisão em diferentes bairros da capital e cidades vizinhas
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Em um intervalo de 24 horas, Maceió e cidades da Região Metropolitana registraram sete casos de violência contra a mulher. As ocorrências foram contabilizadas entre a manhã de sábado (28) e a manhã deste domingo (29) e resultaram, em sua maioria, na prisão dos suspeitos em flagrante.
De acordo com dados do Centro Integrado de Operações da Segurança Pública (Ciosp), os casos foram registrados em bairros como Jacintinho, Santa Amélia, Benedito Bentes, Cidade Universitária e Santos Dumont, além do município de Satuba.
No Jacintinho, duas ocorrências foram registradas no mesmo período. Em uma delas, uma mulher foi encontrada chorando em frente à residência após ser agredida pelo marido. Em outro caso, a vítima relatou ter sido atacada com tapas no rosto e puxões de cabelo; a sogra do agressor também foi atingida.
Na Santa Amélia, uma mulher denunciou ter sido empurrada contra a parede e ter o pescoço apertado pelo companheiro. O suspeito foi localizado e autuado com base na Lei Maria da Penha.
Já na Cidade Universitária, uma ocorrência de violência doméstica terminou com um adolescente em crise de pânico após presenciar uma discussão familiar. O caso resultou na prisão do suspeito por violência contra a mulher e lesão corporal.
No Benedito Bentes, uma mulher relatou ter sido agredida durante uma discussão motivada por ciúmes. Segundo a denúncia, o suspeito também danificou objetos dentro da residência.
Em Satuba, na região metropolitana, um homem foi conduzido à delegacia após ameaçar de morte a companheira e a enteada. Conforme os relatos, o comportamento violento não seria isolado.
Outro caso foi registrado no bairro Santos Dumont, onde uma mulher denunciou agressões do marido mesmo após já ter solicitado medida protetiva. O homem foi preso em flagrante.
Todos os casos foram encaminhados à Central de Flagrantes e devem ser investigados pela Polícia Civil.