EUA proíbem todo o espaço aéreo da Venezuela para aeronaves americanas após explosões em Caracas
Agência reguladora dos EUA cita "riscos de segurança de voo" com atividade militar em curso; medida ocorre em meio a ataques e declaração de Trump sobre captura de Maduro
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Em uma medida que sinaliza a gravidade da crise, a Administração Federal de Aviação (FAA) dos Estados Unidos proibiu, na madrugada deste sábado (3), que todas as aeronaves americanas operem em qualquer altitude dentro do espaço aéreo da Venezuela. A decisão foi tomada citando "riscos de segurança de voo associados à atividade militar em curso" no país.
A agência emitiu quatro Avisos para Missões Aéreas (NOTAMs) por volta das 3h (horário de Brasília), abrangendo quatro regiões de informações de voo dentro e ao redor da Venezuela: San Juan, Piarco, Maiquetia e Curaçao. A FAA não especificou quais forças militares estão envolvidas na atividade que motivou a restrição.
A proibição ocorre em meio a explosões e apagões em Caracas e à declaração do presidente Donald Trump de que forças americanas realizaram um ataque de grande escala e capturaram o líder venezuelano Nicolás Maduro. O governo venezuelano decretou "estado de Comoção Exterior", mas não confirmou a captura de seu presidente.