Após rebaixamento à Série D, CSA vê fuga de talentos e enfrenta crise institucional
Seis jogadores titulares já deixaram o clube para disputar Série A e B em 2025; presidência renuncia após conflito no conselho deliberativo
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O CSA, rebaixado à Série D e sem jogos no restante de 2025, vive um êxodo de jogadores e uma crise institucional. Seis titulares do elenco já foram emprestados ou negociados com clubes das séries A e B do Brasileirão, enquanto a presidência do clube enfrenta turbulência após a renúncia de Mirian Monte na terça-feira (3).
Principais saídas:
- Enzo (lateral): Emprestado ao Grêmio (Série A);
- Betão (zagueiro) e Cachoeira (meia): Contratados pelo Athletic (Série B);
- Brayann (meia): Transferido para o Goiás (Série B);
- Georgemy (goleiro): Acertou com o Criciúma (Série B);
- Adiel (atacante): Chegou em julho e saiu para o Rio Branco-PR.
Além desses, volantes como Nicola e Léo Costa, o atacante Marcelinho e o zagueiro Islan tiveram rescisões publicadas no BID da CBF. A debandada reflete a instabilidade do clube, agravada pela crise na gestão.
Na segunda-feira (2), o Conselho Deliberativo do CSA decidiu afastar Mirian Monte e toda a diretoria executiva. Na terça, porém, a presidente anunciou renúncia voluntária, mas destacou que não havia sido formalmente notificada.