Ancelotti organiza Seleção com mudanças e reforço no meio para estreia contra Marrocos
Ibañez, Lucas Paquetá e Matheus Cunha ganham força entre os titulares a três dias do primeiro jogo do Brasil
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A três dias da estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026, o técnico italiano Carlo Ancelotti começou a dar sinais mais claros da equipe que pretende escalar para enfrentar a Marrocos no próximo sábado (13), em Nova Jersey, nos Estados Unidos.
Os treinamentos realizados nos últimos dias indicam mudanças importantes na formação brasileira, com destaque para as possíveis entradas de Roger Ibañez na lateral direita, Douglas Santos na esquerda e Lucas Paquetá no meio-campo.
A tendência é que Ancelotti opte por uma equipe mais física e equilibrada defensivamente para neutralizar uma das principais características da seleção marroquina: a força pelos corredores laterais.
A disputa pela vaga deixada por Wesley, cortado por lesão muscular, parecia inicialmente aberta entre Danilo e Ibañez. No entanto, os trabalhos mais recentes colocaram o defensor do Al-Ahli como favorito para iniciar a partida.
Durante os exercícios táticos, Ibañez participou de atividades específicas de construção ofensiva pelos lados do campo e integrou a linha defensiva ao lado de Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos.
No setor esquerdo, Douglas Santos aparece como opção para conter a velocidade de Achraf Hakimi e Brahim Díaz, principais armas ofensivas da equipe africana.
Já no ataque, Matheus Cunha deve ser mantido entre os titulares não apenas pela capacidade ofensiva, mas também pela recomposição defensiva, considerada fundamental para ajudar na marcação pelos lados.
Outra novidade pode ser a presença de Lucas Paquetá no meio-campo. O jogador participou normalmente dos treinamentos e surge como opção para aumentar a qualidade da circulação de bola ao lado de Casemiro e Bruno Guimarães.
Se as movimentações observadas nos treinamentos forem confirmadas, o Brasil deve estrear na Copa com: Alisson; Ibañez, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Raphinha, Matheus Cunha e Vinícius Júnior.
A provável escalação reflete uma das marcas da carreira de Ancelotti: adaptar o sistema às características dos jogadores disponíveis, buscando equilíbrio entre solidez defensiva e competitividade em jogos decisivos.