Índice de rejeição: Flávio Bolsonaro atinge 52% e Lula soma 50,6% em novo levantamento
O instituto também mediu a resistência do eleitorado a outros nomes cotados para a disputa pelo Palácio do Planalto, além de lideranças políticas influentes no cenário nacional
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A nova rodada da pesquisa AtlasIntel/Bloomberg, divulgada nesta terça-feira (19), aponta que o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lideram os índices de rejeição entre os potenciais candidatos à Presidência da República. De acordo com os dados, 52% dos eleitores brasileiros afirmam que não votariam de jeito nenhum no parlamentar fluminense, enquanto 50,6% declaram o mesmo veto ao atual mandatário. Considerando a margem de erro do levantamento, que é de um ponto percentual para mais ou para menos, os dois adversários políticos encontram-se em situação de empate técnico nesse quesito.
O instituto também mediu a resistência do eleitorado a outros nomes cotados para a disputa pelo Palácio do Planalto, além de lideranças políticas influentes no cenário nacional. Mesmo inelegível e impedido de participar do pleito, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi testado e pontuou com uma rejeição de 49,1%. Já entre os eleitores que se dizem dispostos a votar em qualquer uma das opções apresentadas, o índice é residual: apenas 0,9% dos entrevistados afirmaram que não rejeitam nenhum dos políticos listados.
Confira abaixo o ranking completo da rejeição dos líderes políticos avaliados:
Flávio Bolsonaro (PL): 52%
Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 50,6%
Jair Bolsonaro (PL): 49,1%
Michelle Bolsonaro (PL): 45,6%
Romeu Zema (Novo): 42,2%
Fernando Haddad (PT): 39,9%
Ronaldo Caiado (PSD): 38%
Renan Santos (Missão): 37,8%
Não rejeita nenhum dos nomes: 0,9%
Metodologia da pesquisa
O levantamento AtlasIntel/Bloomberg ouviu 5.032 pessoas de forma virtual, utilizando a metodologia de recrutamento digital aleatório (Atlas RDR), entre os dias 13 e 18 de maio. A pesquisa conta com uma margem de erro de um ponto percentual para mais ou para menos e possui um nível de confiança estatística de 95%. Financiado com recursos próprios do instituto de pesquisa, o estudo está devidamente registrado junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número de protocolo BR-06939/2026.