CSA denuncia ação da Polícia Militar após confusão em clássico contra o ASA em Arapiraca
Clube afirma que torcedores foram atingidos por bombas e spray de pimenta no fim da partida
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O CSA divulgou, na noite deste domingo (19), uma nota oficial criticando a atuação da Polícia Militar de Alagoas após o clássico contra o ASA, realizado no Estádio Coaracy da Mata Fonseca, em Arapiraca.
Dentro de campo, o Azulão foi derrotado por 2 a 1, em uma partida válida pela Série D do Campeonato Brasileiro e marcada por polêmicas, incluindo um pênalti contestado pela equipe azulina.
Na nota, a diretoria do CSA afirmou que torcedores do clube foram tratados como “alvo” durante uma ação policial para conter um tumulto ocorrido nos minutos finais da partida. Segundo o clube, foram utilizadas bombas e spray de pimenta em meio à torcida, o que teria colocado pessoas em risco.
Vídeos que circulam nas redes sociais mostram torcedores deixando o estádio e relatando mal-estar após a confusão.
O CSA classificou a atuação como desproporcional e cobrou explicações das autoridades. O clube também pediu respeito à torcida e informou que irá buscar esclarecimentos para evitar que episódios semelhantes voltem a ocorrer.
“A diretoria do Centro Sportivo Alagoano repudia o tratamento dado aos torcedores por parte da Polícia Militar do Estado de Alagoas. Atitudes desproporcionais colocaram inocentes em risco”, diz trecho da nota.
O clube ainda destacou a importância da torcida, chamada de “maior patrimônio” da instituição, e pediu desculpas aos torcedores que se sentiram prejudicados com a situação.
Até o momento, a Polícia Militar de Alagoas não se pronunciou oficialmente sobre as acusações.
Nota do CSA
A diretoria do Centro Sportivo Alagoano repudia o tratamento dado aos torcedores por parte da Polícia Militar do Estado de Alagoas. Atitudes desproporcionais colocaram inocentes em risco. Bombas e spray de pimenta foram atiradas em meio aos torcedores ao final da partida. A polícia, para conter o tumulto iniciado por terceiros, teve nossa torcida como alvo. O clube exige respeito e cobrará esclarecimentos para que situações como as deste domingo não se repitam.
A Nação Azulina é o maior patrimônio de nossa história centenária. Pedimos desculpas a quem estava presente e, de alguma forma, foi prejudicado.