Drica Moraes fala sobre sexo na maturidade: "Adoro transar. Transar mais velho é muito melhor"
A atriz também destaca que o prazer não deve ser tratado como tabu ou privilégio de uma fase específica da vida
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Conhecida pelo bom humor e leveza nos bastidores, Drica Moraes tem adota uma postura cada vez mais franca ao falar sobre temas íntimos — especialmente quando o assunto é sexo. Aos 56 anos, a atriz rompe tabus ao abordar sua vida sexual com naturalidade, destacando o prazer como parte essencial de sua rotina e de sua forma de encarar a vida.
Apesar da abertura, ela faz críticas à forma como o tema costuma ser tratado, principalmente na mídia. Em entrevista ao programa Provoca, Drica ironizou o que chama de “pautas prontas”, aquelas perguntas previsíveis que encaixam o sexo na maturidade quase como obrigação. Para ela, essa abordagem engessa conversas que deveriam ser mais espontâneas e reais.
“Parece que você acorda já com uma pauta para cumprir”, disse, ao comentar a repetição de temas como envelhecimento, saúde e vida sexual.
Prazer que melhora com o tempo
Ainda assim, a atriz é direta: o sexo, segundo ela, melhora com o tempo. Drica associa essa mudança ao autoconhecimento e à liberdade que vêm com a maturidade. Saber o que gosta, reconhecer os próprios limites e conseguir expressar desejos sem constrangimento são, para ela, elementos que tornam a experiência mais completa e prazerosa.
A atriz também destaca que o prazer não deve ser tratado como tabu ou privilégio de uma fase específica da vida. Pelo contrário, faz questão de reforçar que o sexo pode — e deve — continuar sendo fonte de satisfação ao longo dos anos.
“Adoro transar. Transar mais velho é muito melhor. Você vai para o jogo, você se conhece, conhece o seu corpo, sabe o que você gosta, sabe pedir. Minha mãe me ensinou, ensinou a nós todos. ‘Sejam pessoas do bem, trabalhem, ganhem o dinheiro de vocês e tenham prazer’. Porque a vida é para ter prazer”, acrescentou.
Drica elogia a educação que recebeu: ao lembrar os ensinamentos da mãe, ela reforça a ideia de que viver bem passa, necessariamente, pelo direito ao prazer.