31 de julho de 2025
MENOS QUE EM 2025

Brasil registra 55 casos de mpox em 2026; Ministério da Saúde mantém vigilância ativa

Doença segue sob monitoramento constante das autoridades sanitárias

Por Redação
Publicado em
Mpox - Foto: Reprodução

O Brasil contabilizou 55 casos de mpox em 2026, segundo levantamento do Ministério da Saúde, com base em dados do Centro Nacional de Inteligência Epidemiológica e Vigilância Genômica (CNE-VIG). Apesar da redução em relação ao ano anterior, a doença segue sob monitoramento constante das autoridades sanitárias.

De acordo com o ministério, os registros deste ano apresentam, em sua maioria, quadros clínicos leves ou moderados, sem sinais de agravamento generalizado. A vigilância epidemiológica permanece ativa para identificar rapidamente novos casos e interromper possíveis cadeias de transmissão.

Em 2025, o número de confirmações foi significativamente maior: 1.056 ocorrências em todo o país, com predominância entre homens, especialmente na faixa etária de 30 a 39 anos. No mesmo período, foram registrados dois óbitos associados à doença. A comparação reforça que, embora o volume atual seja inferior, o vírus continua em circulação.

O que é mpox?

A mpox é causada pelo vírus MPXV, da família Orthopoxvirus. A transmissão ocorre principalmente por:

  • Contato direto com lesões na pele
  • Contato com fluidos corporais
  • Compartilhamento de objetos contaminados
  • Contato próximo e prolongado com pessoas infectadas

Embora conhecida há décadas, a doença ganhou destaque internacional a partir de 2022, quando houve aumento expressivo de casos em diversos países, incluindo o Brasil.

Principais sintomas da mpox

Os primeiros sinais costumam incluir sintomas gerais, seguidos pelo surgimento de lesões cutâneas. Entre os principais sintomas estão:

  • Erupções ou feridas na pele (bolhas ou crostas)
  • Febre
  • Dor de cabeça
  • Dores musculares
  • Ínguas (gânglios inchados)
  • Calafrios
  • Fraqueza

Os sintomas podem durar de duas a quatro semanas. Durante esse período, a transmissão é possível, especialmente por meio do contato direto com as lesões.

Recomendações das autoridades

O Ministério da Saúde orienta que pessoas com suspeita da doença procurem atendimento médico para avaliação. O diagnóstico é confirmado por exame laboratorial.

Entre as principais medidas de prevenção estão:

  • Evitar contato com lesões de pessoas infectadas
  • Não compartilhar objetos pessoais
  • Manter higiene frequente das mãos
  • Procurar atendimento ao surgimento de sintomas

Mesmo com a redução no número de casos em 2026, a vigilância sanitária segue monitorando a situação para evitar novos surtos.

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