Desaparecimento de família no RS completa 12 dias; polícia encontra sangue e projétil em casas
rês pessoas sumiram em Cachoeirinha em dias consecutivos. Perícia achou sangue na casa da filha, de 48 anos, e projétil na casa dos pais, de 70 e 69 anos
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A Polícia Civil do Rio Grande do Sul investiga o desaparecimento de três pessoas da mesma família em Cachoeirinha, na Grande Porto Alegre, que completa 12 dias nesta sexta-feira (6). O caso, tratado como crime, ganhou novas pistas após a perícia encontrar vestígios de sangue na casa da filha e um projétil de arma de fogo na casa dos pais.
Silvana Germann de Aguiar, 48 anos, desapareceu em 24 de janeiro. Publicou nas redes sobre um acidente de trânsito que, segundo a polícia, não ocorreu. Isail (69) e Dalmira (70) Germann de Aguiar (pais), desapareceram em 25 de janeiro, após saírem para procurar a filha. Sua casa foi encontrada organizada e limpa, mas com um projétil.
Principais descobertas:
- Casa de Silvana: Encontrados vestígios de sangue em um banheiro e nos fundos da residência. Sem sinais de luta.
- Casa dos pais: Localizado um projétil de arma de fogo.
- Carro e imagens: O carro de Silvana estava na garagem, com a chave dentro. Câmeras de segurança registraram a chegada de dois veículos suspeitos na noite de seu desaparecimento.
- Hipóteses: A polícia trabalha com as possibilidades de homicídio ou cárcere privado. A hipótese de sequestro com pedido de resgate foi descartada.
A família é proprietária de um mercado na cidade, que está fechado desde os desaparecimentos. O ex-marido de Silvana, que estava com o filho do casal de 9 anos no fim de semana em questão, já foi ouvido, assim como outras dez pessoas. A investigação aguarda laudos periciais para tentar esclarecer os fatos.