Família de supervisor do CRB assassinado faz apelo por justiça e lança vaquinha para custos judiciais
Johanisson "Joba" Lima, de 33 anos, foi morto a tiros em Maceió. Investigação já identificou arma do crime, mas família enfrenta dificuldades financeiras
Publicado em
Amigos e familiares de Johanisson Carlos Lima Costa, conhecido como "Joba", supervisor das categorias de base do Clube de Regatas Brasil (CRB), lançaram um apelo público por justiça e apoio financeiro após seu assassinato, ocorrido no dia 23 de janeiro, no bairro Santa Lúcia, em Maceió. Eles criaram uma vaquinha solidária para custear despesas judiciais e outras necessidades urgentes da família.
Joba, de 33 anos, foi morto quando se dirigia para pegar uma van ao Centro de Treinamento Ninho do Galo, na Barra de São Miguel. Câmeras de segurança registraram o momento em que um suspeito se aproxima de bicicleta e efetua disparos, atingindo a vítima na cabeça. Após o crime, o autor fugiu usando uma motocicleta.
A família relata enfrentar uma série de problemas financeiros agravados pela tragédia como um empréstimo em nome da mãe contraído por Joba, a necessidade de desocupar o apartamento onde ele morava e os custos com processos judiciais para acompanhar as investigações e buscar responsabilização.
A arrecadação visa garantir um acompanhamento jurídico adequado para que o caso não caia no esquecimento e todos os envolvidos sejam responsabilizados. "Qualquer ajuda faz a diferença. Contribuir ou compartilhar já é uma forma de apoio", reforçam os organizadores.
A Polícia Científica já realizou o exame de confronto balístico e identificou a arma utilizada no crime entre três apreendidas. As investigações da polícia seguem em andamento para elucidar todas as circunstâncias e identificar os mandantes e executores.
A família se mantém firme na busca por justiça para honrar a memória de Joba, lembrado como um profissional dedicado ao esporte alagoano.