Papudinha exige termo de sigilo de profissionais de saúde que atendem Bolsonaro
Documento interno determina assinatura de compromisso de confidencialidade, revista corporal e proíbe ingressos com objetos de risco
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O comando do 19º Batalhão de Polícia Militar (Papudinha), onde o ex-presidente Jair Bolsonaro cumpre prisão, determinou que todos os profissionais de saúde escalados para atendê-lo assinem um termo de responsabilidade, confidencialidade e sigilo. A informação é da coluna Grande Angular, do portal Metrópoles.
A medida está prevista no Memorando 01/2026, expedido na última sexta-feira (23) pelo comandante em exercício, major Marlos Lourenço de Oliveira.

O que o termo exige
- Assinatura obrigatória do compromisso de sigilo;
- Revista corporal e passagem por scanner antes do ingresso;
- Proibição de ingressar com armas, objetos perfurocortantes (exceto instrumentos médicos de emergência) ou itens de risco.
A determinação ocorre após o ministro do STF Alexandre de Moraes ordenar a transferência de Bolsonaro para a Papudinha em 15 de janeiro e exigir atendimento médico 24 horas no local. Como o batalhão não possuía plantão contínuo, a Secretaria de Saúde do DF mobilizou profissionais da rede pública para compor as escalas.