Polêmica envolve atendimento da Carreta da Mulher em Correntes (PE) e precisa de escolta policial
Prefeito alega que 50% das vagas seriam destinadas à oposição; Secretaria Estadual de Saúde nega e afirma que metade é para demanda espontânea.
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A instalação da Carreta da Mulher no município de Correntes, no Agreste de Pernambuco, gerou controvérsia política e mobilizou a Secretaria Estadual de Saúde, que precisou do apoio da Polícia Militar para viabilizar a montagem da estrutura. Os atendimentos estão previstos para começar a partir desta segunda-feira (12).
De acordo com informações atribuídas a fontes políticas da região, o prefeito Edmilson da Bahia (PT) teria dificultado a instalação do equipamento e rejeitado a parceria para a realização dos atendimentos. Em vídeo divulgado nas redes sociais, o gestor negou ter proibido o funcionamento da carreta, mas criticou o modelo de distribuição das vagas, alegando que 50% dos atendimentos seriam destinados a pacientes da regulação municipal e os outros 50% à oposição.
A Secretaria Estadual de Saúde, no entanto, esclareceu que a informação não procede. Segundo o Estado, em todos os municípios onde a Carreta da Mulher atua, metade das vagas é destinada à demanda espontânea, ou seja, mulheres que comparecem diretamente ao local para atendimento.
A Carreta da Mulher Pernambucana oferece serviços gratuitos de saúde feminina, incluindo mamografia, ultrassonografia de mama, consultas ginecológicas, colposcopia, teleconsulta com mastologista e biópsias de mama e colo do útero, com foco na prevenção e no diagnóstico precoce do câncer.