31 de julho de 2025
autoestima

Brasileiros raros: apenas 3% dos homens no país se consideram feios, revela pesquisa

Levantamento da revista GQ Brasil mostra que 91% dos entrevistados se avaliam como 'bonitos' ou 'dentro da média'

Por Redação
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Levantamento da revista GQ Brasil mostra que 91% dos entrevistados se avaliam como 'bonitos' ou 'dentro da média' - Foto: Freepik

Segundo uma pesquisa recente da revista GQ Brasil, homens que se consideram feios são uma raridade no país. O levantamento apontou que apenas 3% dos entrevistados avaliam sua própria aparência como abaixo da média. No espectro oposto, 47% se consideram bonitos e 44% se avaliam como medianos – o que significa que nove em cada dez brasileiros acreditam ter, no mínimo, uma atratividade dentro da média.

O estudo também investigou a relação dos homens com estilo e apresentação pessoal. Os números revelam uma atenção significativa à imagem transmitida no dia a dia:

- 69% afirmam não querer parecer desleixados

- 61% preferem não chamar atenção em público, optando por um comportamento mais discreto tanto no vestuário quanto na postura social e profissional

Autopercepção intelectual também é positiva


A avaliação favorável se estende além da aparência. No campo intelectual:

- 65% acreditam ter um nível de inteligência dentro da média

- 28% se consideram mais inteligentes que a maioria

- Apenas 7% se avaliam abaixo desse patamar

Impactos na saúde e bem-estar


Especialistas apontam que essa autopercepção positiva pode influenciar diversas áreas da vida. Pesquisas na área da saúde indicam que a autoestima está frequentemente associada ao bem-estar emocional e ao desempenho em interações sociais, profissionais e afetivas.

No campo da sexualidade, estudos mostram que problemas de autoestima podem estar ligados a dificuldades como disfunção erétil, principalmente quando há insegurança ou medo de falhar. A confiança no próprio corpo e na própria imagem tende a desempenhar papel relevante nessas situações.

O envelhecimento também surge como fator que influencia a forma como os homens percebem sua virilidade e capacidade física. A partir dos 40 anos, alterações hormonais e corporais podem interferir na disposição, energia e autoavaliação da masculinidade.