31 de julho de 2025
RIO DE JANEIRO

Mulher denuncia agressão por jogador do Vila Nova em bar no Rio; atleta nega e empresário alega confusão iniciada pela vítima

Karina Sales diz que Gustavo Mathiello a socou e chutou após esbarrão e troca de palavras; jogador afirma que ela partiu para cima dele primeiro

Por Redação
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Mulher denuncia ter sido agredida por jogador do Vila Nova no Rio de Janeiro - Foto: Reprodução/Instagram de Karina Sales e Reprodução/Instagram de Gustavo Mathiello

Karina Almeida de Sales, que acusa o jogador do Vila Nova Gustavo Mathiello de agredi-la em um bar na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro, relatou que o marido tentou defendê-la durante a confusão, iniciada após um esbarrão no último domingo (21). Em entrevista ao g1, ela afirmou: “Não estou bem, principalmente psicologicamente. Tomei três pontos e meu maxilar dói muito”.

Segundo Karina, Mathiello esbarrou nela e no marido na porta do bar Ilha do Sol e, ao ser questionado, teria respondido com palavras de baixo calão. O marido, Jeferson Marques dos Santos, pediu respeito, mas a situação se acalmou temporariamente. Minutos depois, o jogador teria voltado a xingá-los, e a discussão escalou.

Karina conta que, ao ver o marido ir em direção ao atleta, entrou na frente para defendê-lo e partiu para cima de Gustavo, quando foi atingida. “Ele pegou e deu um soco na minha cara. Aí nisso, quando caí no chão, ele ainda me chutou”, relatou. Após a agressão, o marido conseguiu reagir e houve uma briga generalizada.

O casal foi levado ao hospital pela Polícia Militar e registrou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por lesão corporal.

Versão do jogador
O empresário de Mathiello, Bruno Albuquerque, negou as acusações e afirmou que a confusão foi iniciada por Karina, que teria partido “agressivamente” para cima do atleta. Ele questionou a ausência de provas e testemunhas que corroborassem a versão da vítima. “Em confusões assim, não se machuca só um”, argumentou, acrescentando que o jogador não foi preso nem linchado no local, o que, segundo ele, indicaria inocência.

Albuquerque também informou que o bar não disponibilizou imagens das câmeras de segurança sem autorização policial e que as câmeras não flagraram o momento do conflito.

Investigação
Polícia Civil do Rio confirmou que o caso está sendo apurado pela 37ª DP (Ilha do Governador). Testemunhas já foram ouvidas e diligências estão em andamento. A Polícia Militar informou que atendeu uma “confusão generalizada” no local, mas não conseguiu identificar os autores no momento da intervenção.

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