31 de julho de 2025
Polêmica

Fã de Suzane Richthofen volta a viralizar após batizar filhos com nomes inspirados no crime

Pintor paranaense, que já havia tatuado o nome da condenada nas costas, diz admirar a “coragem” da mulher que participou do assassinato dos próprios pais em 2002

Por Redação
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Fã de Suzane Richthofen volta a viralizar após batizar filhos com nomes inspirados no crime - Foto: Tuca Vieira / Folhapress

A série Tremembé, recém-lançada pelo Prime Video, reacendeu o interesse do público pelo caso Richthofen — e trouxe novamente à tona uma história tão bizarra quanto inquietante. Bruno Watermann, um pintor de 40 anos do interior do Paraná, voltou a chamar atenção nas redes sociais por sua devoção à criminosa Suzane von Richthofen, condenada por planejar o assassinato dos pais há mais de duas décadas.

Bruno Watermann já havia se tornado conhecido anos atrás ao tatuar o nome de Suzane nas costas. Agora, a fascinação foi ainda mais longe: ele decidiu registrar os próprios filhos com nomes inspirados nos protagonistas do crime que chocou o país.

De acordo com o portal Bacci Notícias, a filha recebeu o nome Suzane, enquanto o menino foi batizado Cristian Daniel, em referência aos irmãos Cravinhos, cúmplices da ex-estudante no assassinato de Manfred e Marísia Richthofen, em 2002.

“A mãe deles não queria, mas eu queria, e era o que bastava”, afirmou o pintor, sem demonstrar arrependimento. Ele também revelou o motivo da tatuagem e da admiração que cultiva pela criminosa: “Loira, bonita e cruel. Mexeu comigo na hora. Eu gosto de loiras.”

Bruno chegou a afirmar que o que mais o impressiona em Suzane é a frieza e a determinação com que ela agiu. “Loucura, ganância, o agir sem pensar e a coragem de ir até o fim no objetivo, sem medir as consequências”, disse.

O caso Richthofen, que voltou à mídia com o sucesso da série Tremembé, é lembrado como um dos crimes mais impactantes da história do país. Em outubro de 2002, Suzane e o então namorado, Daniel Cravinhos, assassinaram seus pais com a ajuda de Cristian.

Duas décadas depois, o episódio segue despertando curiosidade, debates e, como mostra a história de Bruno, uma mistura perigosa de fascínio e morbidez.