31 de julho de 2025
polêmica

Sucesso de Tremembé revive ligação entre Gugu e médico condenado por estupro; saiba mais

Ex-médico condenado por estupro auxiliou no tratamento hormonal que resultou na gravidez do primeiro filho do apresentador; caso ganha novos detalhes com série

Por Redação
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Gugu Liberato e ex-médico Roger Abdelmassih - Foto: Reprodução/Instagram e Divulgação

Uma conexão inusitada entre Gugu Liberato e o ex-médico Roger Abdelmassih - um dos criminosos mais notórios do país, condenado por estuprar 37 mulheres - vem à tona com a estreia da série "Tremembé" no Prime Video. Revelações mostram que o apresentador, que morreu em 2019, e sua então companheira Rose Miriam buscaram a clínica do especialista em reprodução assistida para um tratamento que resultou na gravidez do primeiro filho do casal.

Em 2001, quando Gugu anunciou que seria pai pela primeira vez, rumores sobre fertilização artificial ganharam as manchetes, mas foram negados pela equipe do apresentador. Na verdade, Rose Miriam procurou Abdelmassih - que também atendeu celebridades como Pelé e Tom Cavalcante - para realizar um tratamento hormonal que viabilizasse a gestação. "Como eu tinha ovário policístico, procuramos o doutor Roger", explicou Rose em entrevista à Veja à época.

O próprio Abdelmassih esclareceu em junho de 2001: "Não existe inseminação artificial nenhuma. Rose me procurou dizendo que queria engravidar [...] Ela começou a tomar hormônios para regularizar a sua ovulação". O tratamento, previsto para durar três meses, surtiu efeito em apenas um mês, resultando na gestação de João Augusto, nascido em 2001.

Esta revelação ganhou nova importância em 2023, quando o empresário Ricardo Rocha alegou ser filho de Gugu e reivindicou parte da herança, questionando justamente a concepção dos três filhos do apresentador com Rose Miriam. Rocha se recusou a fazer exame de DNA com as crianças, alegando que elas teriam sido concebidas por inseminação artificial na clínica de Abdelmassih - argumento que acabou não se sustentando, com exames comprovando que ele não era filho do apresentador.

A história ganha contornos ainda mais sombrios ao se considerar que, mais de uma década após o tratamento de Rose Miriam, Abdelmassih foi condenado a 278 anos de prisão (posteriormente reduzidos para 181) por crimes sexuais contra mais de 70 pacientes, incluindo estupro e manipulação genética.