Saiba quem é o x-BBB foragido do 8 de janeiro que vive na Europa
Participante do BBB1 relata fuga pelo Paraguai após 8 de janeiro e planeja mobilizar europeus contra autoridades brasileira
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Adriano Castro, conhecido como Didi Red Pill e vilão do Big Brother Brasil 1 (2002), é alvo de um mandado de prisão expedido pelo ministro do STF Alexandre de Moraes em julho de 2023, relacionado aos ataques de 8 de janeiro. Em entrevista a um canal do YouTube, o ex-BBB detalhou sua fuga do Brasil: saiu pelo Paraguai uma semana após os atos em Brasília, passou pela Colômbia, Costa Rica, Panamá, Alemanha e fixou residência na Polônia, onde obteve asilo político.
Em vídeo gravado em Paris, Didi exibiu um passaporte polonês e afirmou: "A ditadura do Brasil não pode me tocar". Ele justificou a escolha pela Polônia por ser um país "católico e conservador" que sofreu com o comunismo. O ex-brother definiu-se como "jornalista perseguido" e revelou não ter mais contato com a família no Brasil desde que deixou o país.
Didi criticou políticos brasileiros que, segundo ele, negaram apoio para sua solicitação de asilo: "Alguns deputados que arrotam ser amigos dos patriotas não assinaram minhas cartas de recomendação". Atualmente, ele mantém atividades como ativista de direita nas redes sociais, com canal no YouTube e perfil no Instagram onde exalta Jair Bolsonaro.
Seu plano agora é circular por países europeus para angariar apoio de parlamentares contra Alexandre de Moraes e outras autoridades brasileiras. "Quem sabe daqui a dois anos a União Europeia também não sanciona esses caras?", questionou, comparando sua atuação à de Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo nos Estados Unidos. O ex-BBB foi eliminado do reality com 74% dos votos em 2002.
Adriano Castro, conhecido como Didi Red Pill e vilão do Big Brother Brasil 1 (2002), é alvo de um mandado de prisão expedido pelo ministro do STF Alexandre de Moraes em julho de 2023, relacionado aos ataques de 8 de janeiro. Em entrevista a um canal do YouTube, o ex-BBB detalhou sua fuga do Brasil: saiu pelo Paraguai uma semana após os atos em Brasília, passou pela Colômbia, Costa Rica, Panamá, Alemanha e fixou residência na Polônia, onde obteve asilo político.
Em vídeo gravado em Paris, Didi exibiu um passaporte polonês e afirmou: "A ditadura do Brasil não pode me tocar". Ele justificou a escolha pela Polônia por ser um país "católico e conservador" que sofreu com o comunismo. O ex-brother definiu-se como "jornalista perseguido" e revelou não ter mais contato com a família no Brasil desde que deixou o país.
Didi criticou políticos brasileiros que, segundo ele, negaram apoio para sua solicitação de asilo: "Alguns deputados que arrotam ser amigos dos patriotas não assinaram minhas cartas de recomendação". Atualmente, ele mantém atividades como ativista de direita nas redes sociais, com canal no YouTube e perfil no Instagram onde exalta Jair Bolsonaro.
Seu plano agora é circular por países europeus para angariar apoio de parlamentares contra Alexandre de Moraes e outras autoridades brasileiras. "Quem sabe daqui a dois anos a União Europeia também não sanciona esses caras?", questionou, comparando sua atuação à de Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo nos Estados Unidos. O ex-BBB foi eliminado do reality com 74% dos votos em 2002.