31 de julho de 2025
POLÍCIA

Mãe e padrasto suspeitos de estuprar criança de 6 anos em MG são presos em Alagoas

Casal foi localizado escondido na casa de parentes, em Barra de São Miguel; homem reagiu à prisão e precisou ser contido

Por Redação
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Casal foi localizado escondido na casa de parentes, em Barra de São Miguel; homem reagiu à prisão e precisou ser contido - Foto: Reprodução

Um casal investigado por estupro de vulnerável contra uma criança de 6 anos foi preso nesta sexta-feira (24) no município de Barra de São Miguel, no Litoral Sul de Alagoas. Os suspeitos, uma mulher de 27 anos e o companheiro dela, de 34, eram considerados foragidos da Justiça de Minas Gerais.

A prisão foi realizada durante uma operação integrada entre as polícias de Alagoas e de Minas Gerais para o cumprimento de mandados de prisão preventiva expedidos pela Justiça da comarca de Campos Altos (MG).

Segundo o coordenador da Operação Policial Integrada (Oplit), Adjeferson Pessoa, o casal estava escondido na casa de parentes. Durante a abordagem, o padrasto da criança reagiu à ordem de prisão e entrou em luta corporal com os policiais, sendo contido pela equipe antes de ser encaminhado, junto com a mulher, para a Central de Flagrantes, em Maceió.

Ainda de acordo com o coordenador da Oplit, não há confirmação de que os familiares que deram abrigo aos suspeitos soubessem do crime ou da condição de foragidos do casal.

As investigações tiveram início em Minas Gerais após o resgate da criança, que foi encaminhada para atendimento médico. Conforme a polícia mineira, quando os agentes chegaram à residência da família para cumprir diligências, os dois suspeitos já haviam deixado o local.

Segundo a investigação, a fuga do casal reforçou os indícios de participação da mãe e de que ela teria sido conivente com os abusos atribuídos ao companheiro. Essas acusações ainda serão analisadas no curso do processo judicial.

Após os procedimentos em Alagoas, os dois deverão ser transferidos para Minas Gerais, onde responderão à investigação pelo crime de estupro de vulnerável. A Polícia Civil mineira segue apurando as circunstâncias do caso, incluindo por quanto tempo a criança teria sido vítima dos abusos e se outras pessoas podem ter contribuído ou se omitido diante dos fatos.