31 de julho de 2025
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Ator de Titanic relembra caso em que elenco foi drogado com alucinógeno

Ator confirmou episódio em que integrantes do elenco e da equipe foram hospitalizados após consumirem alimento contaminado com PCP durante as gravações no Canadá

Por Redação
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Caso aconteceu nos bastidores de Titanic - Foto: Divulgação

Um dos episódios mais conhecidos dos bastidores de Titanic voltou a repercutir às vésperas dos 30 anos de lançamento do filme. O ator Billy Zane, que interpretou Cal Hockley, confirmou durante participação no podcast Brotherly Love o caso em que cerca de 80 integrantes do elenco e da equipe de produção foram hospitalizados após consumirem uma refeição contaminada com uma substância alucinógena.

O episódio aconteceu em 8 de agosto de 1996, último dia das filmagens na província da Nova Escócia, no Canadá. Entre as pessoas afetadas estavam o diretor James Cameron e o ator Bill Paxton, intérprete de Brock Lovett na produção.

Segundo relatos sobre o caso, integrantes da equipe ingeriram alimentos contaminados com fenciclidina (PCP), substância conhecida como "pó de anjo". Desenvolvido inicialmente como anestésico, o composto também passou a ser utilizado de forma recreativa e pode ser misturado a alimentos e bebidas sem ser percebido.

Billy Zane afirmou que não estava presente quando a intoxicação ocorreu, mas disse que a história é verdadeira. Segundo o ator, pessoas que identificaram rapidamente os efeitos da substância aguardaram a reação passar, enquanto outras, sem compreender o que estava acontecendo, entraram em estado de pânico.

Antes de morrer, Bill Paxton também falou sobre o episódio em entrevistas. O ator relatou que o ambiente ficou marcado por diferentes reações entre os presentes, com pessoas rindo, chorando e passando mal após consumirem a refeição.

De acordo com informações divulgadas pela imprensa internacional, a ingestão de PCP pode provocar alterações nos movimentos oculares, perda da coordenação motora, aumento da frequência cardíaca e da pressão arterial, além de confusão mental e paranoia. Em situações mais graves, a substância pode causar convulsões, perda de consciência, catatonia e outros efeitos que exigem atendimento médico.