PM apreende maconha e crack escondidos em obra com ajuda de cão farejador
De acordo com o boletim de ocorrência, os militares realizavam um patrulhamento ostensivo na região quando foram abordados por um morador
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Uma denúncia anônima levou equipes do Canil do 3º Batalhão da Polícia Militar (3º BPM) a apreenderem centenas de bombinhas de maconha e pedras de crack na tarde desta quinta-feira (9), no bairro Canafístula, em Arapiraca. A ação ocorreu no Conjunto Valentim e contou com o apoio estratégico do cão farejador Kaos, que localizou os entorpecentes escondidos na brecha de um tijolo em uma obra e no telhado de uma casa abandonada. Dois suspeitos foram conduzidos à delegacia.
De acordo com o boletim de ocorrência, os militares realizavam um patrulhamento ostensivo na região quando foram abordados por um morador. O denunciante relatou que havia uma movimentação suspeita e intensa de pessoas entrando e saindo de uma construção na Rua 8. Ao chegarem ao endereço indicado, os policiais encontraram dois homens que trabalhavam no local como pedreiro e servente. O proprietário do lote também compareceu e autorizou voluntariamente as buscas. Embora todos tenham negado o conhecimento de materiais ilícitos, a varredura foi iniciada.
O cão policial Kaos, especialista na detecção de armas e narcóticos, mudou de comportamento e indicou um ponto específico da estrutura, onde os policiais encontraram 50 bombinhas de maconha escondidas no vão de um tijolo. Na sequência, o animal direcionou a equipe para os fundos do terreno, onde ficava uma residência abandonada. Sobre o telhado do imóvel, os agentes recolheram mais 138 bombinhas de maconha e 36 pedras de crack.
No total, a operação resultou na apreensão de aproximadamente 340 gramas de maconha e 3 gramas de crack. Com o apoio da Força Tática Canil, o pedreiro e o servente foram detidos e encaminhados à Central de Polícia de Arapiraca para prestar esclarecimentos. Na unidade, foi lavrado o auto de exibição e apreensão do material, mas o relatório policial não detalhou se a dupla permaneceu presa ou se foi liberada após o depoimento.