31 de julho de 2025
VIOLÊNCIA URBANA

Menino de 6 anos é encontrado morto em Rio Largo após desaparecer; Polícia Civil procura homem visto com a criança

Criança havia desaparecido após ser deixada na casa de familiares. Testemunhas relataram que ela foi vista caminhando com um homem antes de ser encontrada sem vida

Por Redação
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Área de mata em Rio Largo onde o corpo do menino Peterson Ykaro, de 6 anos, foi encontrado na noite desta segunda-feira. - Foto: Ascom PMAL/Divulgação

O corpo do menino Peterson Ykaro Gomes Cardoso, de apenas 6 anos, foi encontrado na noite desta segunda-feira (6) em um terreno baldio coberto por mato, no bairro São Caetano, em Rio Largo, na Região Metropolitana de Maceió. O caso mobiliza as forças de segurança de Alagoas e é investigado pela Polícia Civil. Até o momento, ninguém foi preso.

Segundo as primeiras informações, a criança desapareceu após ser deixada na casa dos tios-avós maternos pelo pai, o militar da reserva Edílson Cupertino Cardoso. Como a mãe do menino, Érika Santos Gomes da Silva, ainda estava no trabalho no momento em que o pai foi entregá-lo, ele decidiu deixá-lo sob os cuidados dos familiares.

Horas depois, ao entrar em contato com o ex-marido para saber do filho, Érika foi informada sobre o local onde Peterson havia sido deixado. No entanto, ao chegar à residência dos tios-avós, ela não encontrou a criança, dando início a uma intensa busca realizada por familiares.

Durante as buscas, testemunhas informaram que Peterson Ykaro foi visto caminhando de mãos dadas com um homem em direção ao terreno baldio onde, posteriormente, o corpo foi localizado. Segundo esses relatos, o suspeito teria deixado o local sozinho pouco tempo depois.

Um familiar decidiu entrar na área de vegetação e encontrou o menino já sem vida. A causa da morte ainda não foi divulgada e dependerá dos exames realizados pela Polícia Científica.

Equipes do Instituto de Criminalística (IC) e do Instituto Médico Legal (IML) realizaram a perícia e o recolhimento do corpo. Policiais da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) também estiveram no local para iniciar as investigações.