Ressaca após a derrota do Brasil? Veja como aliviar os sintomas
Reposição de líquidos, alimentação e descanso estão entre as orientações para amenizar os efeitos do consumo de álcool
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Após o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, muitas pessoas enfrentam sintomas como dor de cabeça, náuseas, fadiga e mal-estar. A ressaca é causada principalmente pela desidratação provocada pelo álcool e pelo esforço do organismo para metabolizar a substância. Segundo a nutricionista Cibele Santos, algumas medidas podem ajudar a reduzir os sintomas e favorecer a recuperação do corpo.
De acordo com a especialista, a hidratação deve ser a primeira prioridade. Além da ingestão de água, ela recomenda o consumo de água de coco e bebidas isotônicas, que ajudam a repor eletrólitos como sódio e potássio, eliminados em maior quantidade devido ao efeito diurético do álcool.
Outro ponto importante é a alimentação. Cibele Santos explica que alimentos leves e frutas podem contribuir para a recuperação do organismo. Frutas como melancia, melão e laranja fornecem água e frutose, enquanto preparações como caldos, sopas de legumes e ovos são alternativas para quem está com dificuldade para se alimentar.
Para quem apresenta náuseas, a nutricionista orienta o consumo de gengibre, que pode ser ingerido em forma de chá ou em pequenos pedaços. Segundo ela, a raiz pode ajudar a reduzir o desconforto no estômago durante a recuperação da ressaca.
A especialista também recomenda evitar alimentos ricos em gordura, frituras e o consumo excessivo de café. Embora a cafeína possa reduzir a sensação de sonolência, ela também possui efeito diurético e pode contribuir para a desidratação e para o desconforto gastrointestinal.
Além da hidratação e da alimentação, o descanso é apontado como parte do processo de recuperação. O organismo utiliza energia para eliminar o álcool e seus metabólitos, tornando o repouso importante para aliviar os sintomas.
A nutricionista ainda alerta que voltar a consumir bebidas alcoólicas não elimina a ressaca. Segundo ela, essa prática apenas adia os sintomas e aumenta a sobrecarga sobre o fígado. Caso o mal-estar persista ou seja acompanhado por sinais como dor abdominal intensa, a orientação é procurar atendimento médico.