Deolane Bezerra vira ré em ação sobre organização criminosa e lavagem de dinheiro
Justiça de São Paulo aceita denúncia e processo segue para fase de resposta da defesa
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A Justiça de São Paulo aceitou denúncia contra a influenciadora e advogada Deolane Bezerra em investigação que envolve organização criminosa e lavagem de dinheiro. O processo segue em andamento e a defesa terá prazo para apresentar resposta à acusação.
Além de Deolane Bezerra, a decisão também inclui outros investigados, entre eles pessoas ligadas ao núcleo apontado como integrante da estrutura da organização investigada. O caso envolve apuração sobre movimentações financeiras e uso de empresas para circulação de valores.
De acordo com a decisão judicial, a investigação reúne elementos como extração de dados de celulares, relatórios de análise financeira, informações de órgãos de controle e quebras de sigilo bancário e fiscal. O documento cita movimentações com depósitos fracionados e transações entre contas analisadas no processo.
A acusação indica a existência de estrutura voltada para movimentação de valores com origem atribuída a atividades ilícitas, com uso de empresa apontada na investigação. A apuração envolve também pessoas associadas ao grupo investigado.
Em relação a Deolane Bezerra, a decisão aponta que contas bancárias teriam sido usadas para recebimento de valores relacionados às operações investigadas. O processo cita movimentações financeiras vinculadas a terceiros mencionados na investigação.
O Ministério Público de São Paulo apresentou denúncia com base em apuração sobre atuação de núcleo financeiro ligado à organização investigada. A acusação trata de movimentação de recursos e integração em esquema de lavagem de dinheiro.
A defesa de Deolane Bezerra afirma que não há participação em organização criminosa e que os fatos serão contestados ao longo do processo judicial.
Outros investigados também negam participação nos crimes e afirmam que irão contestar as acusações durante o andamento da ação penal.
Deolane Bezerra está presa desde 21 de maio. O caso segue em análise na Justiça de São Paulo.