GoPro de jovem que morreu em salto de rope jump pode ser chave na investigação do acidente
Dispositivo usado pela vítima antes da queda não foi localizado após o acidente que matou jovem de 21 anos durante prática esportiva em plataforma de aproximadamente 40 metros
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Uma câmera do tipo GoPro pode ser fundamental para reconstruir a dinâmica que antecedeu a queda da jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, que morreu após ser arremessada sem cordas de uma plataforma de aproximadamente 40 metros de altura durante a prática de rope jump, em Limeira, no interior de São Paulo.
Segundo informações da Polícia Civil, imagens obtidas sob diferentes ângulos do acidente indicam que a vítima estava portando o equipamento no momento da queda. O material poderia ajudar a esclarecer os últimos instantes antes do impacto e as condições em que a atividade estava sendo conduzida.
No entanto, quando equipes da Polícia Militar, incluindo o Corpo de Bombeiros, chegaram ao local onde o corpo foi encontrado, a câmera não foi localizada. O desaparecimento do dispositivo levantou dúvidas sobre o registro completo da ocorrência.
A delegada Andrea Dantas Levy, responsável pelo caso, informou que os seis detidos relacionados ao episódio — entre eles três instrutores presos por homicídio com dolo eventual e outras três pessoas envolvidas na organização do salto — foram questionados sobre o equipamento. Conforme registrado no boletim de ocorrência, todos afirmaram desconhecer o paradeiro da câmera.
Após prestarem depoimento, os envolvidos foram liberados. A eventual recuperação da GoPro é considerada importante para a investigação, pois pode ajudar a entender a dinâmica exata da queda, eventuais orientações recebidas pela vítima e se houve cumprimento adequado dos protocolos de segurança durante a prática esportiva.