31 de julho de 2025
ALAGOAS

Operação Teto de Vidro: PCAL cumpre mandados em investigação sobre golpe do falso cadastro habitacional

Diligências ocorreram em diferentes endereços e resultaram na apreensão de veículos, bens e materiais considerados relevantes para a investigação

Por Redação
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Foram realizadas buscas em diversos endereços, resultando na apreensão de veículos, bens de valor e outros elementos de interesse para a investigação - Foto: Ascom PCAL

A Polícia Civil de Alagoas deflagrou, nesta terça-feira (9), a segunda fase da Operação Teto de Vidro, dando continuidade às investigações sobre o esquema conhecido como golpe do falso cadastro habitacional. A nova etapa da operação tem como objetivo aprofundar a apuração dos fatos e ampliar a coleta de provas relacionadas à atuação do grupo investigado.

Durante a ação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão e outras medidas cautelares autorizadas pela Justiça. Os alvos são pessoas apontadas pela investigação como participantes da estrutura responsável pela captação de vítimas, intermediação de pagamentos e movimentação de recursos obtidos por meio da fraude.

Os trabalhos foram conduzidos pela Delegacia de Estelionatos, sob coordenação dos delegados Dalberth Pinheiro e Michelly Santos. Entre os objetivos desta fase estão a identificação de novos envolvidos, o avanço da análise patrimonial dos investigados e a localização de bens e ativos que possam ser submetidos a medidas judiciais para assegurar eventual ressarcimento das vítimas.

As diligências ocorreram em diferentes endereços e resultaram na apreensão de veículos, bens e materiais considerados relevantes para a investigação. A Polícia Civil informou que as medidas também buscam preservar patrimônio que possa ser utilizado para reparar prejuízos causados pelo esquema investigado.

Além da coleta de provas, as equipes trabalham no rastreamento de veículos, ativos financeiros e outros bens que possam ter ligação com a fraude. O objetivo é possibilitar futuras medidas de recuperação de valores e ampliar as condições para a reparação dos danos sofridos pelas vítimas.

A operação contou com a participação integrada da Delegacia de Estelionatos, da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE), da Diretoria de Inteligência Policial (Dinpol), do Núcleo de Planejamento Operacional (NPO) e da Operação Policial Litorânea Integrada (Oplit), que atuaram no cumprimento das determinações judiciais e no apoio às diligências realizadas durante a ação.