31 de julho de 2025
novidade

Seleção Brasileira veste azul contra o Haiti e goleiros podem usar camisa vermelha polêmica

Seleção Brasileira estreia novos conjuntos na fase de grupos; decisão sobre cores gera curiosidade e revive polêmica recente nos bastidores da CBF

Por Redação
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Combinação será inédita para o Brasil em Mundiais - Foto: Reprodução/Redes sociais

A Fifa oficializou nesta semana os uniformes que serão utilizados pelas seleções durante a fase de grupos da Copa do Mundo de 2026. Entre as definições divulgadas pela entidade, uma das escolhas envolvendo a Seleção Brasileira chamou atenção: pela primeira vez na história dos Mundiais, os goleiros do Brasil entrarão em campo com um uniforme totalmente vermelho.

A equipe comandada por Carlo Ancelotti já tem definidos os trajes para a fase inicial da competição. Na estreia, marcada para o dia 13 de junho, contra Marrocos, o Brasil utilizará o uniforme principal tradicional, com camisa amarela, shorts azuis e meias brancas. Na segunda rodada, diante do Haiti, a Seleção vestirá o uniforme reserva, composto por camisa e shorts azuis com meias pretas.

Já no terceiro compromisso da fase de grupos, contra a Escócia no dia 24 de junho, o Brasil atuará com uma combinação que inclui camisa amarela, shorts brancos e meias brancas — conjunto que costuma ser apelidado por torcedores de “ovo frito” devido à predominância da cor clara.

O destaque dessa partida, no entanto, ficará por conta dos goleiros. Segundo o documento oficial divulgado pela Fifa, os arqueiros da Seleção Brasileira utilizarão um uniforme composto por camisa, shorts e meias vermelhas, seguindo o padrão desenvolvido pela Nike para a Copa do Mundo de 2026. A escolha é inédita em Mundiais e, diferente dos demais uniformes da Seleção, não estará disponível para venda ao público.

Embora o vermelho já tenha sido utilizado por goleiros brasileiros em outras competições, como Copa América e Copa das Confederações, esta será a primeira vez que a cor aparece em uma Copa do Mundo defendendo o Brasil.

A cor vermelha, inclusive, já esteve no centro de discussões recentes nos bastidores da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Durante a gestão de Ednaldo Rodrigues, chegou a ser avaliada a possibilidade de lançamento de uma camisa vermelha como segundo uniforme da Seleção, em substituição ao tradicional azul.

O projeto foi desenvolvido em parceria com a Nike e a Jordan, mas acabou sendo cancelado após mudanças na presidência da entidade. Com a chegada de Samir Xaud ao comando da CBF, a proposta foi revista, e a camisa azul foi mantida como uniforme reserva oficial da Seleção Brasileira.

A definição dos uniformes em cada partida segue critérios estabelecidos pela própria Fifa. De acordo com o regulamento, a entidade organiza as combinações levando em conta o contraste visual entre as equipes e a arbitragem, priorizando sempre que possível o uso dos uniformes principais das seleções.