31 de julho de 2025
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Ex de Sasha, Bruno Montaleone detona governo Lula após nota sobre PCC e Comando Vermelho

Ator criticou posicionamento do governo federal após resposta à decisão dos EUA de classificar facções brasileiras como organizações terroristas

Por Redação
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Bruno Montaleone criticou o governo Lula após nota sobre classificação do PCC e Comando Vermelho pelos EUA. - Foto: Reprodução/Instagram

O ator Bruno Montaleone, conhecido também pelo relacionamento que teve com Sasha Meneghel, virou assunto nas redes sociais neste sábado (30) após criticar duramente o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A reação aconteceu depois de uma nota oficial do Executivo sobre a decisão dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas internacionais.

A polêmica começou após o governo federal publicar uma manifestação criticando integrantes da família Bolsonaro que estiveram nos Estados Unidos tratando do tema.

Na nota, o Executivo afirmou considerar “deplorável que mais uma vez integrantes da família Bolsonaro viajem aos EUA para defender intervenção estrangeira no Brasil”.

Nos comentários da publicação, Bruno Montaleone demonstrou indignação com o posicionamento do governo e fez críticas contundentes.

“Que piada”, escreveu o ator. Em seguida, completou: “O Brasil não é soberano. É um narcoestado. Como sempre, essa administração oportunista e mentirosa. Vocês são inimigos do povo”, disparou.

A declaração rapidamente repercutiu nas redes sociais, dividindo opiniões entre internautas e movimentando debates políticos.

Entenda a polêmica envolvendo PCC e Comando Vermelho

A repercussão ganhou força após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) retornar de uma reunião com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em Washington.

Na ocasião, o governo norte-americano anunciou que pretende incluir o PCC e o Comando Vermelho em listas internacionais de organizações terroristas.

Segundo autoridades dos EUA, as facções brasileiras estão entre os grupos criminosos mais violentos do país e poderiam representar impactos à segurança norte-americana.

O governo brasileiro reagiu oficialmente, repudiando a medida e reforçando a soberania nacional.

“O Brasil é uma nação soberana que tem travado combate permanente contra o PCC, CV e demais facções e milícias. Enfrentar essas organizações criminosas com firmeza é, e continuará sendo, prioridade do Estado brasileiro”, diz trecho da nota divulgada pelo governo federal.