31 de julho de 2025
DA PRÓPRIA PF

Polícia Federal investiga suspeita de fraude em concurso e cumpre mandado em União dos Palmares

Operação Último Elemento apura possíveis irregularidades em seleções para os cargos de agente e delegado da Polícia Federal

Por Redação
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Ação apura suspeitas de irregularidades para os cargos de agente e de delegado da PF - Foto: Polícia Federal/Divulgação

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (19), a Operação Último Elemento, com o objetivo de investigar suspeitas de fraudes em concursos públicos ligados à própria corporação. A ação teve como alvo o município de União dos Palmares, na Zona da Mata de Alagoas.

Durante a operação, foi cumprido um mandado de busca e apreensão, autorizado pela Justiça, para aprofundar as investigações sobre possíveis irregularidades em certames destinados aos cargos de agente e delegado da Polícia Federal.

Segundo a PF, a ofensiva é um desdobramento de uma investigação anterior que já apurava indícios de fraudes em concursos públicos.

Celular e computador foram apreendidos

Durante o cumprimento da medida judicial, os agentes federais apreenderam um aparelho celular e um computador, que agora serão submetidos à perícia técnica.

A expectativa é que os equipamentos possam fornecer informações capazes de esclarecer o funcionamento do suposto esquema e apontar possíveis envolvidos.

Até o momento, a Polícia Federal não informou quantas pessoas estão sob investigação, nem divulgou detalhes sobre a identidade dos alvos.

Também não houve confirmação de prisões, afastamentos funcionais ou novas medidas cautelares relacionadas ao caso.

PF mantém investigação sob sigilo

A corporação informou apenas que as apurações seguem em andamento e que o material recolhido poderá auxiliar no aprofundamento das diligências.

O nome da operação, Último Elemento, não teve o significado detalhado oficialmente pela Polícia Federal.

Casos de fraude em concursos públicos costumam envolver suspeitas como vazamento de provas, acesso privilegiado a informações sigilosas, manipulação de resultados ou atuação de grupos especializados em burlar certames, embora a PF ainda não tenha especificado qual seria a dinâmica investigada neste caso.

A investigação segue sob sigilo.