31 de julho de 2025
acidente

Imagens mostram momento da explosão após obra da Sabesp atingir tubulação de gás em SP

Testemunhas relataram um forte estrondo e afirmaram que o impacto chegou a lançar pessoas ao chão

Por Redação
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Testemunhas relataram um forte estrondo e afirmaram que o impacto chegou a lançar pessoas ao chão - Foto: Reprodução

Novas imagens de câmeras de segurança registram o exato momento da explosão causada pelo rompimento de uma tubulação de gás durante uma obra da Sabesp na Comunidade Nossa Senhora das Virtudes II, no Jaguaré, Zona Oeste de São Paulo. O flagrante mostra pedestres caminhando pela rua às 16h05 de segunda-feira (11) quando o impacto ocorre, gerando uma densa nuvem de fumaça e destroços que provocou correria entre os moradores. O acidente causou a morte de Alex Sandro Fernandes Nunes, de 49 anos, e deixou outras três pessoas feridas, sendo duas em estado grave com politraumatismos e um funcionário da própria Sabesp.



A força da detonação destruiu casas e apartamentos, resultando na interdição de 46 imóveis pela Defesa Civil. Cerca de 1.200 pessoas foram afetadas indiretamente, incluindo moradores de um prédio vizinho onde janelas e boxes de vidro foram estilhaçados pela onda de choque. Testemunhas relataram um forte estrondo e afirmaram que o impacto chegou a lançar pessoas ao chão e fazer tremer residências a dois quarteirões de distância. Por conta do forte cheiro de gás e do risco de novos vazamentos, o Corpo de Bombeiros isolou a área durante os trabalhos de resgate e contenção.

Em entrevista coletiva, a Sabesp e a Comgás confirmaram que atuavam em conjunto no remanejamento de uma rede de água quando a tubulação de gás foi atingida. Como medida imediata, as empresas anunciaram o pagamento de um auxílio emergencial de R$ 2 mil para cada família já cadastrada, além de garantir hospedagem em hotéis para os desalojados. As concessionárias prometeram o ressarcimento integral de todos os danos materiais a partir de um levantamento que começa nesta terça-feira (12). O caso agora é investigado pela Polícia Civil e pela Arsesp, que apuram as responsabilidades técnicas e as causas do rompimento.

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