31 de julho de 2025
apontam equívocos técnicos

Filhas de Stênio Garcia contestam decisão judicial e acusam erro em processo movido pelo ator

Decisão na última terça-feira (5) determinou a inclusão automática de Clarice Piovesan, ex-esposa de Stênio e mãe de Gaya e Cássia, como ré no processo

Por Redação
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Decisão na última terça-feira (5) determinou a inclusão automática de Clarice Piovesan, ex-esposa de Stênio e mãe de Gaya e Cássia, como ré no processo - Foto: Reprodução

A batalha jurídica entre o ator Stênio Garcia e suas filhas, Gaya e Cássia Piovesan, ganhou um novo capítulo nesta quarta-feira (6). Após o artista conquistar uma vitória parcial na Justiça, as herdeiras protocolaram uma manifestação apontando supostos equívocos técnicos na condução do caso pela juíza Maria Cristina Barros Gutierrez Slaibi.

A controvérsia central gira em torno de uma decisão proferida na terça-feira (5), que determinou a inclusão automática de Clarice Piovesan, ex-esposa de Stênio e mãe de Gaya e Cássia, como ré no processo. Além disso, a magistrada ordenou que Clarice deposite mensalmente R$ 5 mil em juízo, valor referente a uma "taxa de ocupação" do apartamento disputado, localizado na Zona Sul do Rio de Janeiro.

Na petição, as irmãs sustentam que a juíza feriu princípios fundamentais do Direito ao incluir a mãe no processo por conta própria. Segundo a defesa das filhas, o magistrado não deve agir sem ser provocado pelas partes; o correto seria intimar Stênio Garcia para que ele mesmo alterasse a ação e incluísse a ex-esposa como ré.

Cássia e Gaya também questionam a validade do prazo de 15 dias dado para a defesa de Clarice, argumentando que ela sequer foi citada oficialmente, tendo tomado conhecimento do caso apenas ao receber uma oficial de justiça no imóvel.

Outro ponto levantado pelas herdeiras é a exposição pública do imbróglio. Elas alegam que Stênio tem explorado o conflito familiar massivamente na mídia e nas redes sociais, o que, na visão delas, poderia ter influenciado a decisão liminar da magistrada.

As filhas pedem que a decisão seja revista para excluir Clarice da condição de ré ou, caso a inclusão seja mantida, que o rito processual seja reiniciado corretamente para garantir o direito de defesa da mãe.