Justiça argentina mantém confisco de bens de Cristina Kirchner
Ex-presidente cumpre pena de seis anos em prisão domiciliar após condenação por corrupção ligada a obras públicas
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A Justiça da Argentina confirmou o confisco de bens da ex-presidente Cristina Kirchner, no contexto da condenação por corrupção que resultou em pena de seis anos de prisão. A decisão mantém entendimento de instância anterior e rejeita recurso apresentado pela defesa.
Além da pena, a ex-presidente e outros envolvidos no caso foram condenados a pagar cerca de US$ 500 milhões em indenizações. O processo investiga irregularidades em contratos de obras públicas na região da Patagônia, que teriam beneficiado empresas ligadas ao empresário Lázaro Báez.
A condenação, mantida pela Suprema Corte em 2025, também tornou Cristina inelegível para cargos públicos. Atualmente, ela cumpre prisão domiciliar em um apartamento em Buenos Aires, de onde segue atuando como liderança política do Partido Justicialista.
Segundo informações divulgadas pela imprensa local, antes das decisões judiciais, parte dos bens da ex-presidente teria sido transferida aos filhos, incluindo imóveis e hotéis no sul do país.