INSS alerta para golpe em que criminosos se passam por servidores e invadem casas de idosos
Falsos funcionários usam “prova de vida” e “revisão de benefício” para aplicar fraudes e roubar dados pessoais
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O Instituto Nacional do Seguro Social emitiu um alerta sobre um golpe que tem como principal alvo idosos em todo o país. Criminosos estão se passando por servidores de órgãos públicos para entrar na casa de segurados e coletar dados pessoais, que posteriormente são usados em fraudes.
Segundo o órgão, os golpistas costumam abordar as vítimas de forma inesperada, utilizando justificativas como “prova de vida”, “revisão de benefício” ou “regularização cadastral” para tentar ganhar acesso às residências.
Criminosos usam crachás falsos e linguagem convincente
Em muitos casos, os suspeitos utilizam crachás falsificados e adotam uma postura profissional para transmitir credibilidade. A estratégia é conquistar a confiança do segurado e obter informações sensíveis, como documentos pessoais e dados bancários.
O INSS reforça que não envia servidores sem aviso prévio às casas dos beneficiários para solicitar esse tipo de informação.
Quando o atendimento domiciliar é permitido
O atendimento em domicílio pode ocorrer, mas apenas em situações específicas e previamente autorizadas. Nesses casos, o segurado é avisado com antecedência por canais oficiais, o que não ocorre nas abordagens fraudulentas.
Qualquer visita inesperada deve ser considerada suspeita.
Veja como se proteger do golpe
O INSS orienta a população a adotar medidas de segurança para evitar cair em fraudes:
- - Desconfie de visitas não agendadas em nome do INSS
- - Não permita a entrada de desconhecidos em casa
- - Não forneça dados pessoais, documentos ou informações bancárias
- - Não realize pagamentos ou transferências
Para confirmar qualquer informação, o cidadão deve utilizar apenas canais oficiais, como a Central 135, o aplicativo Meu INSS, o site oficial ou as agências da Previdência Social.
Idosos são os principais alvos
O golpe tem como foco principalmente pessoas idosas, que muitas vezes dependem de benefícios previdenciários e podem ser mais vulneráveis a abordagens convincentes.
A recomendação é que familiares e cuidadores também orientem esse público sobre os riscos e reforcem os cuidados com dados pessoais.