31 de julho de 2025
RIO DE JANEIRO

Operação Contenção prende suspeitos e cumpre 8 mandados contra tráfico em Tamoios (RJ)

Ação integrada da Polícia Civil e Militar mira facção criminosa na localidade da “Boca da Sinagoga”, em Unamar

Por Redação
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Entre os presos em Unamar estão suspeitos identificados como Matheus Jesus da Silva, conhecido como “Gordinho”, Renato da Silva Reis e Kaylani Barreto da Silva, apelidada de “Rapunzel” - Foto: Reprodução

A Polícia Civil do Rio de Janeiro, em ação conjunta com a Polícia Militar, deflagrou nesta quinta-feira (16) a Operação Contenção – Sinagoga/Tamoios, com o objetivo de combater o tráfico de drogas e a expansão territorial de uma facção criminosa no distrito de Tamoios, em Cabo Frio, na Região dos Lagos.

As investigações tiveram início após a prisão de um dos principais alvos durante uma cavalgada no bairro Florestinha, em uma ação do 25º BPM que envolveu troca de tiros. A partir daí, a 126ª Delegacia Policial (DP) de Cabo Frio aprofundou as apurações e identificou uma estrutura criminosa organizada, associada ao Comando Vermelho, com liderança local atribuída a um suspeito conhecido como “Pixote”.

Ao todo, foram expedidos 23 mandados de prisão preventiva por tráfico de drogas e associação para o tráfico, com base em fatos ocorridos entre 2025 e 2026. Até o momento, as forças de segurança cumpriram oito mandados – três deles efetuados em Unamar e outros cinco contra indivíduos que já estavam no sistema penitenciário estadual.

Presos em Unamar:

  • Matheus Jesus da Silva, conhecido como “Gordinho”
  • Renato da Silva Reis
  • Kaylani Barreto da Silva, apelidada de “Rapunzel”

Presos que já estavam no sistema prisional:

  • Leandro da Silva Reis, o “Pixote” (apontado como liderança local)
  • Pablo de Oliveira Siqueira, o “Escobar”
  • Carlos Eduardo Rocha Freire Barbosa, o “Cadu Playboy”
  • Aldemir Pereira da Mota, conhecido como “Demizinho”

As investigações também apontam a participação de indivíduos de diferentes escalões dentro da estrutura criminosa, incluindo nomes com atuação regional na Região dos Lagos e outros vinculados a níveis superiores da facção. Todos foram denunciados pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro no âmbito de ação penal.