Rio das Ostras avança na elaboração do Plano Municipal de Saneamento com participação popular
Reunião de consolidação do diagnóstico reuniu prefeitura, comitê de bacias e sociedade civil nos dias 6 e 7 de abril
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Rio das Ostras, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, deu mais um passo importante rumo à concretização do seu Plano Municipal de Saneamento Básico. Nos dias 6 e 7 de abril, foi realizada a Reunião de Consolidação do Diagnóstico, com a participação da Prefeitura, do Comitê de Bacias Hidrográficas dos rios Macaé e das Ostras, técnicos do setor e da sociedade civil organizada.
Durante o encontro, foram apresentados os resultados do diagnóstico elaborado pela equipe técnica da empresa HidroBR, contratada pelo Consórcio Intermunicipal Lagos São João. Os dados foram debatidos com a população, que opinou sobre as dificuldades e prioridades do município nos quatro eixos principais do saneamento: abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de resíduos sólidos e drenagem de águas pluviais.
Representando o prefeito Carlos Augusto Balthazar, o presidente do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE), Maycon Prata, destacou a importância da participação popular. “Com um Plano de Saneamento estabelecido, teremos políticas norteadoras de investimentos para traçar os melhores caminhos em direção à saúde ambiental e à saúde pública de qualidade. O Saneamento é uma das maiores prioridades desta Gestão”, afirmou.
O Plano Municipal de Saneamento Básico é um instrumento de planejamento essencial para garantir a saúde pública, o desenvolvimento socioeconômico e a qualidade de vida. Ele define diretrizes e ações para a universalização dos serviços de água, esgoto, resíduos e drenagem. Em Rio das Ostras, o plano vem sendo elaborado em fases desde julho de 2025, com levantamentos e vistorias técnicas detalhadas.
Com os resultados da reunião, será feito um compilado do diagnóstico para, em seguida, elaborar o prognóstico (projeção de cenários futuros) e concluir o plano, que será apresentado ao poder público e à população. A iniciativa atende à Lei 14.026/2020 (Novo Marco Legal do Saneamento Básico), que reforçou as responsabilidades municipais e estabeleceu metas de universalização dos serviços.