Dorival Júnior é o 10º técnico demitido no Brasileirão 2026; veja a lista completa
Campeão da Copa do Brasil e da Supercopa pelo Corinthians, treinador caiu após derrota para o Internacional. Jorge Sampaoli, Fernando Diniz, Filipe Luís e Tite também deixaram seus clubes.
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O Campeonato Brasileiro de 2026 já registrou dez trocas de técnico. A mais recente foi a de Dorival Júnior, que deixou o Corinthians após a derrota por 1 a 0 para o Internacional, no domingo (5), na Neo Química Arena. O treinador foi demitido com 66 jogos no comando do Timão, 26 vitórias, 19 empates e 21 derrotas – um aproveitamento de 48,9%. Apesar da queda, Dorival conquistou títulos importantes: a Copa do Brasil de 2025 e a Supercopa do Brasil de 2026.
Abaixo, você confere a lista de todos os técnicos que foram demitidos na edição 2026 do Brasileirão, da mais recente à primeira.
Dorival Júnior (Corinthians) – 5 de abril
Demitido após derrota em casa para o Internacional. Com o time na 16ª colocação após 10 rodadas, seu aproveitamento foi de 49%. Ele estava no clube desde abril de 2025.
Gilmar Dal Pozzo (Chapecoense) – 3 de abril
Deixou a Chape após goleada de 4 a 0 para o Atlético-MG, na Arena Condá. Ele comandava o time catarinense desde agosto de 2024, totalizando 89 jogos, 36 vitórias, 28 empates e 25 derrotas (51% de aproveitamento).
Martín Anselmi (Botafogo) – 22 de março
O argentino durou pouco: contratado em dezembro de 2025, foi demitido após 18 jogos, com 7 vitórias, 2 empates e 9 derrotas (43%). Curiosamente, a saída foi anunciada depois de uma vitória fora de casa sobre o Bragantino.
Juan Vojvoda (Santos) – 19 de março
Demitido um dia após perder em casa para o Internacional por 2 a 1. O argentino chegou ao Santos em agosto de 2025 e ajudou a evitar o rebaixamento, mas não resistiu ao mau início de 2026. Foram 34 jogos, 10 vitórias, 14 empates e 10 derrotas (43%).
Tite (Cruzeiro) – 15 de março
O ex-técnico da seleção brasileira foi demitido após empate em 3 a 3 com o Vasco, no Mineirão. Pelo Cruzeiro, foram 17 jogos, 8 vitórias, 3 empates e 6 derrotas (53%), e um título: o Campeonato Mineiro.
Hernán Crespo (São Paulo) – 9 de março
Em sua segunda passagem pelo Tricolor, o argentino foi demitido com 46 jogos, 21 vitórias, 7 empates e 18 derrotas (51%). No Brasileirão de 2026, ele havia feito 4 partidas, com 3 vitórias e 1 empate, chegando a liderar o campeonato.
Filipe Luís (Flamengo) – 3 de março
Atual campeão brasileiro de 2025, o técnico não resistiu ao mau início de 2026, com perdas da Supercopa do Brasil e da Recopa Sul-Americana. Foram 100 jogos, 63 vitórias, 22 empates e 15 derrotas (70% de aproveitamento) e cinco títulos, incluindo a Libertadores de 2025.
Juan Carlos Osorio (Remo) – 1º de março
O colombiano foi demitido após derrota para o Paysandu na final do Paraense. No Brasileirão, o Remo tinha quatro rodadas, com três empates e uma derrota. Foram 14 jogos, 4 vitórias, 8 empates e 2 derrotas (48%).
Fernando Diniz (Vasco) – 22 de fevereiro
Deixou o Cruzmaltino após derrota para o Fluminense no Carioca. No Brasileirão, o Vasco somava um empate e duas derrotas em três rodadas. Foram 54 jogos no total, com 17 vitórias, 15 empates e 22 derrotas (41%).
Jorge Sampaoli (Atlético-MG) – 12 de fevereiro
O argentino foi o primeiro a cair em 2026. Demitido após empate de 3 a 3 com o Remo na Arena MRV. Foram 34 partidas, 10 vitórias, 16 empates e 8 derrotas (45%).