31 de julho de 2025
SAÚDE

Projeto relatado pela Dra. Eudócia amplia acesso à imunoterapia para pacientes com câncer pelo SUS

Segundo ela, é preciso garantir que pacientes tenham acesso aos mesmos tratamentos

Por Patrícia Fahlbusch
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Para a senadora, o tempo é determinante no tratamento do câncer - Foto: Fernando Frazão - Agência Brasil

Já está no plenário do Senado o Projeto de Lei nº 2371/21 que inclui no Sistema Único de Saúde todas as formas de imunoterapia para o tratamento de pacientes com câncer. Na Comissão de Assuntos Sociais, o projeto foi relatado pela senadora Dra. Eudocia (PL-AL). Ela destacou que o SUS disponibiliza apenas quatro tipos de imunoterapia dos oito já liberados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar para a rede privada. Segundo ela, é preciso garantir que os pacientes da rede pública tenham acesso às mesmas possibilidades de tratamento.

A imunoterapia é uma abordagem que estimula o sistema imunológico do paciente a combater doenças, especialmente o câncer. Para a senadora, o tratamento imunoterápico é fundamental para salvar vidas.

“As imunoterapias vieram para fazer a diferença no tratamento oncológico. É uma terapia de ponta, mas para um grupo muito pequeno de pacientes. Então, esse projeto de lei vai abranger todos os tipos de câncer, e todos os pacientes que tiverem indicação para para a imunoterapia. Veio para fazer exatamente a diferença entre a evolução clínica satisfatória do paciente e o paciente que poderá evoluir para metástase ou óbito. Esse foi um projeto promissor”, afirmou a senadora.

Dra. Eudócia completou que pacientes da rede privada tem acesso ao tratamento, e usuários do SUS também devem ter esse direito. Para ela, o tempo é determinante no tratamento do câncer.

“Com certeza, os nossos nobres colegas irão entender a importância da imunoterapia no sistema SUS, para que a gente tenha equidade de tratamento, para que todas as pessoas com diagnóstico de câncer tenham uma oportunidade de ser tratadas através da imunoterapia a depender da indicação do especialista ou do oncologista”, concluiu.