31 de julho de 2025
FUTEBOL

"Inadmissível": após nova eliminação, técnico do CSA cobra reforços e diz que elenco precisa entender peso da camisa

Itamar Schülle abre o jogo depois da derrota para o Joinville na Copa do Brasil e admite que time precisa de ajustes urgentes

Por Redação
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Itamar Schülle, técnico do CSA. - Foto: Reprodução/CSA

Mais uma eliminação, mais um discurso de cobrança. O CSA perdeu por 1 a 0 para o Joinville, na noite desta terça-feira (24), e deu adeus à Copa do Brasil ainda na segunda fase. O gol veio numa bola parada, num vacilo defensivo que o técnico Itamar Schülle classificou como "inadmissível em jogo decisivo".

Depois da partida, o treinador não escondeu a insatisfação. Questionado sobre a necessidade de reformulação no elenco – já que o time também foi eliminado no Alagoano para o CRB –, Schülle disse que tem uma opinião formada, mas que prefere expô-la internamente.

"Tenho minha opinião, mas externo para o Carlos [Bonatelli] e para a direção. O clube só se fortalece quando pessoas idôneas trocam ideias e traçam o norte que a gente tem que seguir", afirmou.

O técnico adiantou que, assim que a delegação chegar a Maceió, vai conversar com todos os envolvidos. "Tem muita coisa para falar e ser vista."

Schülle afastou qualquer possibilidade de pedir desligamento, mas voltou a cobrar reforços – tema que já havia sido mencionado depois da eliminação para o CRB. Ele lembrou que sabia que não contaria com três atletas contra o Joinville.

"Não me faz repensar nada. Me faz repensar o que eu falei quando cheguei: precisamos de reforços e ajustar algumas coisas."

O treinador também cobrou mais comprometimento dos jogadores com a camisa do CSA.

"Aqueles que estão também precisam entender o que é jogar com a camisa do CSA. Você veste uma camisa de tradição no futebol brasileiro. Tem que ter algo a mais a cada jogo. Esse algo tem que vir de dentro do atleta."

O jogo

O CSA precisava vencer na Arena Joinville para avançar, mas fez uma atuação apática. O gol da derrota saiu num lance de bola parada: cruzamento na área e cabeçada de Vitão, num apagão defensivo que irritou o treinador.

"Nós precisávamos vencer. Tivemos dificuldade. Às vezes, as tomadas de decisões não foram as melhores. Depois, tomamos um gol praticamente com a bola no meio-campo cruzada na área. É triste e inadmissível."

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