Ação integrada entre PMs de AL e SE prende foragido e apreende 25 kg de maconha
Suspeito foi localizado na zona rural de Arapiraca; outra parte da droga foi apreendida em Propriá (SE)
Publicado em
Uma operação conjunta entre a Polícia Militar de Alagoas (PMAL) e a Polícia Militar de Sergipe (PMSE) resultou na prisão de um homem considerado foragido da Justiça e na apreensão de 25 quilos de maconha, nessa quinta-feira (19), em ações realizadas nos dois estados. A ofensiva foi coordenada pelo Comando de Missões Especiais (CME).
A operação teve início na zona rural de Arapiraca, no Agreste alagoano, em uma área conhecida como Sítio Tapera. Equipes da Companhia Independente de Operações Policiais Especiais do Sertão (Copes), com apoio da Diretoria de Inteligência da PMAL e do setor de inteligência do 3º BPM, receberam informações sobre a localização de um suspeito que estaria transportando entorpecentes.
No endereço indicado, os policiais flagraram o homem guardando um tablete de maconha dentro de um veículo. Ao perceber a aproximação das guarnições, ele tentou fugir, mas foi alcançado e detido.
Durante a abordagem, o suspeito confessou ser proprietário da droga e informou que havia mais tabletes no carro. Ao todo, foram apreendidos seis quilos de maconha em Arapiraca — parte no veículo e parte no interior da residência. Ele foi autuado em flagrante e encaminhado à Central de Flagrantes do município.
Segundo as equipes de inteligência, o homem era procurado nos estados da Bahia, Alagoas e Sergipe e possui histórico de fugas do sistema prisional.
Apreensão simultânea em Sergipe
Paralelamente, a PMSE realizou diligências em Propriá, onde apreendeu outros 18 quilos de maconha. No local, no entanto, não houve prisão.
De acordo com as forças de segurança, as características da droga encontrada em Propriá são semelhantes às apreendidas em Arapiraca, o que indica possível ligação com o mesmo grupo criminoso.
Ao final da operação integrada, foram retirados de circulação 25 quilos de maconha e preso um foragido considerado de alta periculosidade. A ação, segundo a polícia, reforça a importância do compartilhamento de informações entre os setores de inteligência e da atuação coordenada entre os estados.