31 de julho de 2025
entrevista

Belo separa ficção de realidade e comenta beijo com ex-mulher Viviane Araújo em "Três Graças"

Ex-casal na vida real contracena cena romântica em "Três Graças"; cantor destaca profissionalismo e separa ficção da relação pessoal

Por Redação
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Belo falou sobre a experiência de contracenar com a ex-mulher, Viviane Araújo - Foto: Reprodução/TV Globo

A novela Três Graças, exibida no horário nobre da TV Globo, vai ao ar nesta semana uma das cenas mais aguardadas desde sua estreia: o beijo entre Misael (Belo) e Consuelo (Viviane Araújo). O momento representa um ponto de virada na trama e ganhou ainda mais repercussão por escalar dois atores que, na vida real, foram casados durante sete anos.

Em entrevista ao Notícias da TV, Belo falou sobre a experiência de contracenar com a ex-mulher e fez questão de ressaltar o tom profissional que marcou a gravação. "Acho que está lindo, porque está muito profissional, a gente está muito leve e tem uma química verdadeira, porque ela é uma atriz excelente, em todos os sentidos", afirmou o cantor, que atualmente namora Rayane Figliuzzi, ex-participante de A Fazenda.

O artista, que estreia como ator na pele de Misael, destacou que o conhecimento mútuo facilitou a dinâmica em cena, mas sem qualquer confusão entre ficção e realidade. "A gente se conhece, né? Então, logicamente fica muito mais fácil para você contracenar. A Consuelo é a Consuelo, o Misael é o Misael. A gente não consegue embolar os dois com o Belo e a Viviane", frisou.

Belo também minimizou a expectativa do público em torno do reencontro artístico do ex-casal. Para ele, o interesse dos telespectadores deve estar concentrado na história da novela, não em sua biografia pessoal. "A Viviane tem a vida dela, eu tenho a minha. As pessoas falam, mas eu acho que todo mundo está curtindo muito o casal na novela, que é a Consuelo e o Misael, né? Não é o Belo e a Viviane", reforçou.

Questionado sobre o nervosismo ao gravar uma cena tão emblemática, o cantor afirmou que a emoção é parte indissociável do fazer artístico — seja no palco ou diante das câmeras. "Eu acho que o nervosismo é normal em qualquer situação. Eu canto há 35 anos e, toda vez que eu subo no palco, eu tenho uma emoção diferente", declarou.