Tarcísio lidera todos os cenários para o governo de SP em 2026 e vence Haddad, Alckmin e França no 1º turno
A pesquisa foi realizada entre os dias 6 e 10 de fevereiro com 1.580 eleitores, com margem de erro de 2,5 pontos percentuais
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O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) aparece na frente de todos os adversários testados para a eleição ao governo de São Paulo em 2026, segundo pesquisa do instituto Paraná Pesquisas divulgada nesta quarta-feira (11). O levantamento, realizado entre os dias 6 e 10 de fevereiro com 1.580 eleitores, tem margem de erro de 2,5 pontos percentuais.
Cenários de primeiro turno
No primeiro cenário, Tarcísio tem 51% das intenções de voto contra 27,7% do ministro da Fazenda e ex-prefeito Fernando Haddad (PT). O deputado federal Kim Kataguiri (União) aparece com 5,2%, o ex-prefeito de Santo André Paulo Serra (PSDB) com 4,2% e o cientista político Felipe D’Avila (Novo) com 1,6%. Brancos e nulos somam 6,4%.
Em disputa com o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) , Tarcísio registra 48,5% contra 29,9% do ex-governador. Contra o ministro do Empreendedorismo Márcio França (PSB) , o governador amplia a vantagem: 52,8% a 18,5%.
Sem Tarcísio, Nunes lidera
Na hipótese de o governador não ser candidato à reeleição, o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB) , aparece na liderança com 36%, seguido por França (24,2%). Kataguiri e Serra aparecem com 7,8% cada, e D’Avila tem 4,6%.
Em um cenário sem os principais nomes, França lidera com 29,2%, seguido por Kataguiri (10,9%), Serra (10,7%) e o vice-governador Felicio Ramuth (PSD), com 8,4%. Nesse recorte, 24,9% dos eleitores declararam voto em branco ou nulo.
Segundo turno
Nos embates diretos, Tarcísio vence Alckmin por 56% a 35,1% e Haddad por 58,7% a 32,4%. Contra o vice-presidente, Nunes tem 45,3% e Alckmin, 40,9%. Já em uma disputa entre Haddad e Nunes, o prefeito aparece com 48,2% contra 35,1% do petista.
O levantamento foi registrado no TSE sob o protocolo SP-04650/2026 e teve recursos próprios do instituto. Os dados indicam um cenário favorável à reeleição de Tarcísio e um desafio para os nomes da esquerda, que ainda buscam capilaridade no eleitorado paulista.