Justiça decreta prisão de mulher que atacou casal gay em padaria
Mulher pode ter se mudado definitivamente para a Espanha
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Jaqueline Santos Ludovico, mulher que atacou um casal homossexual em uma padaria de São Paulo, teve a prisão preventiva decretada. Ela foi condenada por homofobia, e deixou o Brasil um ano após atropelar um pedestre enquanto dirigia bêbada e em alta velocidade pela capital paulista. A mulher descumpriu medidas cautelares impostas. Um mandado de prisão foi expedido com urgência na última segunda-feira, dia 19, e tem relação direta com o caso do atropelamento que ocorreu em junho de 2024. Desde então, Jaqueline é considerada foragida.
A mulher pode ter se mudado definitivamente para a Espanha, onde estaria vivendo com o filho. Ela deixou de cumprir obrigações determinadas pela Justiça, como o comparecimento periódico em juízo e a proibição de se ausentar da comarca sem autorização. Ela saiu do país em outubro de 2025 e não retornou até o início de janeiro de 2026.
Inicialmente presa em flagrante após o atropelamento, Jaqueline teve a prisão convertida em domiciliar durante audiência de custódia. A medida acabou sendo revogada. A mulher já foi condenada em primeira e segunda instâncias por injúria homofóbica, ameaça e lesões corporais, no episódio ocorrido, também em 2024, dentro de uma padaria. A confusão começou após uma discussão por vaga de estacionamento e terminou em agressões no interior do estabelecimento.
Foi solicitada a inclusão do nome de Jaqueline na lista da Interpol para que ela seja localizada e possa responder aos processos no Brasil.