Presidente do Grupo Corona é sequestrado e assassinado no México
Empresário José Adrián Corona Radillo foi interceptado em rodovia de Jalisco; polícia investiga se crime foi ação aleatória
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O presidente do Grupo Corona, empresa mexicana conhecida pela produção de tequila, vinhos e licores, foi sequestrado e assassinado no estado de Jalisco, no oeste do México. José Adrián Corona Radillo foi interceptado por criminosos em uma rodovia no dia 27 de dezembro, quando viajava com a família.
De acordo com o jornal local El Universal, os assaltantes levaram pertences dos familiares e levaram Radillo consigo, deixando os demais ocupantes no local. Dois dias depois, o corpo do empresário foi encontrado próximo à cena do crime, com sinais de violência e ferimentos por arma de fogo.
A polícia investiga a motivação do crime e trabalha com a hipótese de que se tratou de um ataque aleatório, sem ligação direta com as atividades empresariais da vítima. A região onde ocorreu o sequestro é considerada de alta periculosidade.
Fundado em 1954, o Grupo Corona não tem relação com a marca de cerveja Corona — esta pertence ao Grupo Modelo, controlado pela Anheuser-Busch InBev. O caso chama atenção para a violência no México e repercute internacionalmente, inclusive entre empresários e observadores do Nordeste brasileiro, como nos estados de Alagoas, Pernambuco, Sergipe e Paraíba, onde a segurança pública também é tema sensível.