31 de julho de 2025
Eleições 2026

Quaest aponta Flávio Bolsonaro como nome mais competitivo da direita para 2026

Senador supera outros líderes conservadores nos cenários testados, mas Lula lidera todas as simulações

Por Redação
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Senador Flávio Bolsonaro (PL) - Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

Levantamento da Genial/Quaest divulgado nesta terça-feira (16) indica que o senador Flávio Bolsonaro (PL) é o nome da direita com melhor desempenho nos cenários simulados para a eleição presidencial de 2026. Apesar disso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece à frente em todas as disputas testadas, tanto no primeiro quanto no segundo turno.

A pesquisa ouviu 2.004 eleitores entre os dias 11 e 14 de dezembro, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

Primeiro turno

Nos seis cenários estimulados de primeiro turno, Flávio Bolsonaro oscila entre 21% e 27% das intenções de voto, desempenho superior ao de outros possíveis candidatos do campo conservador avaliados pelo instituto.

Em uma das simulações, Flávio aparece com 23%, contra 13% do governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD). Em outro cenário, diante do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o senador mantém os mesmos 23%, enquanto Tarcísio registra 10%.

Quando o adversário é o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), Flávio sobe para 26%, contra 6% do mineiro. Já em disputa com o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), o senador atinge 27%, enquanto Caiado aparece com 4%.

Segundo turno

A vantagem relativa de Flávio Bolsonaro sobre outros nomes da direita também se repete nas simulações de segundo turno. Em um eventual confronto direto com Lula, o presidente teria 46%, contra 36% do senador do PL.

Nos demais cenários testados, Lula mantém desempenho semelhante ou superior: 45% a 35% contra Tarcísio de Freitas e Ratinho Júnior; 44% a 33% diante de Ronaldo Caiado; e 45% a 33% frente a Romeu Zema.

Em todos os cenários, o percentual de eleitores indecisos ou que declaram voto branco, nulo ou que não pretendem votar varia entre 15% e 20%.