31 de julho de 2025
pronunciamento

Ex-A Fazenda, Rayane Figliuzzi se defende após operação policial que interditou sua clínica no Rio

Empresária alega que estava afastada da gestão do negócio, mas polícia encontrou esteticista atuando no local e materiais irregulares

Por Redação
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Rayane Figliuzzi - Foto: Reprodução/TV Record

A ex-participante do reality show "A Fazenda 17" e namorada do cantor Belo, Rayane Figliuzzi, emitiu uma nota se pronunciando sobre a operação policial que interditou sua clínica de estética, localizada no bairro da Taquara, no Rio de Janeiro. A ação, realizada na quinta-feira (11/12), foi conduzida pela Delegacia do Consumidor com o apoio da Vigilância Sanitária.

Em sua defesa, Rayane alegou que, por conta de sua participação no confinamento do reality show a partir de setembro, estava totalmente afastada da gestão do negócio. Ela afirmou que a clínica de bronzeamento estava "completamente fechada e com atividades encerradas" e que o espaço vinha sendo utilizado apenas como depósito para sua linha de biquínis. "Desde o meu retorno, estou apenas cumprindo compromissos de agenda relacionados à emissora e ao reality show", declarou, reforçando que todas as máquinas estavam desligadas e que confia na apuração transparente dos fatos.

Contudo, a operação contou uma realidade diferente. A fiscalização ocorreu nas salas 301 e 307 de um prédio na Estrada Miguel Salazar Mendes de Moraes. No local, os agentes encontraram uma esteticista, identificada como Larissa Macedo Caldeira da Silva, trabalhando e se apresentando como responsável pelo estabelecimento. Ela foi presa em flagrante por crime contra as relações de consumo.

A investigação teve início após uma cliente registrar um boletim de ocorrência relatando ter sofrido queimaduras em um procedimento estético realizado no local. A vítima informou que o espaço não possuía condições adequadas para atendimento. Durante a vistoria, o perito do Instituto de Criminalística Carlos Éboli constatou uma série de irregularidades: medicamentos impróprios para consumo humano, materiais fora do prazo de validade, equipamentos sem esterilização e ausência total da documentação obrigatória para funcionamento.

Diante dos achados, o estabelecimento foi interditado. Segundo o auto de prisão em flagrante, Rayane da Silva Figliuzzi responderá, em liberdade, pelos crimes contra as relações de consumo e contra a saúde pública, além de um possível crime de lavagem de dinheiro. O caso segue sob investigação das autoridades.