Conselheiro acusa direção do CSA de golpe e pede eleições imediatas
Gustavo Ferreira acionou a Justiça para anular atos da atual gestão, que, segundo ele, atua sem mandato válido e sem transparência
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O clima político no CSA voltou a estremecer. Nesta quinta-feira (11), o conselheiro Conselheiro acusa direção do CSA de golpe e pede eleições imediatas entrou na Justiça pedindo eleições gerais no clube e acusando a atual direção de agir de forma ilegal, sem mandato e sem prestação de contas.
Mesmo com o elenco treinando para as competições de 2026, os bastidores seguem tensos. A ação judicial, movida por Gustavo e também envolvendo o sócio-torcedor João Hugo Lyra, pede a convocação imediata de eleições tanto para a diretoria executiva quanto para o Conselho Deliberativo.
Em nota publicada nas redes sociais, o conselheiro afirma que o CSA está sendo conduzido por um grupo que “desconsidera a torcida”, toma decisões “antidemocráticas” e viola o estatuto do clube. Segundo ele, a falta de transparência já afastou patrocinadores e desmotivou investidores.
Gustavo, que iniciou um movimento para disputar a presidência, questiona a posse de Robson Rodas até 2027 e afirma que o mandato de todos os conselheiros terminou no último dia 6 de dezembro. Por isso, considera que nenhuma ação diretiva possui validade.
“É um momento historicamente negativo: o CSA está sem presidente legítimo, sem diretoria executiva válida e sem Conselho com mandato. O clube funciona na mais completa ilegalidade, embalado por um verdadeiro golpe contra a torcida azulina”, disse.
A nota exige que as eleições sejam realizadas o quanto antes e que haja prestação de contas completa da atual gestão.
“Vamos persistir, utilizando todos os meios legais, para que o CSA volte a ser da sua torcida, e não de um grupo sem embasamento jurídico ou estatutário. Não vamos desistir”, finalizou.