31 de julho de 2025
Tremembé

Elize Matsunaga reaparece com nova profissão e recebe elogios de clientes

Condenada por matar e esquartejar o marido, herdeiro da Yoki, Elize vive em Franca (SP) e tenta recomeçar a vida após deixar o presídio de Tremembé

Por Redação
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Elize Matsunaga reaparece em nova profissão e ganha elogio de clientes - Foto: Reprodução Netflix

Elize Matsunaga voltou a ser assunto após o lançamento da série “Tremembé”, do Prime Video, que revisita histórias de presas conhecidas do sistema prisional brasileiro. A produção reacendeu o interesse por um dos casos mais marcantes do país e trouxe novamente o nome de Elize ao centro das atenções.

Nos últimos dias, ganhou força a informação de que ela estaria morando em Franca (SP) e trabalhando como motorista de aplicativo. De acordo com o jornalista e biógrafo Ullisses Campbell, a ex-detenta aparece cadastrada na plataforma com o nome Elize Araújo Giacomini, mantendo uma avaliação de 4,80 estrelas. A empresa confirmou o registro, mas não comentou se ela ainda atua no serviço.

Elize ficou conhecida em 2012, após assassinar e esquartejar o marido, Marcos Matsunaga, herdeiro da marca Yoki — crime que teve ampla repercussão nacional. Condenada, ela cumpriu pena no presídio de Tremembé, onde estão outras mulheres envolvidas em casos de grande notoriedade. Em 2022, após dez anos do homicídio, obteve a progressão de pena e passou ao regime aberto.

Desde então, sua rotina tem sido envolta em especulações. Além do suposto trabalho como motorista, há relatos de que ela teria atuado em uma obra civil e se envolvido com um pintor da região, com quem teria sido vista em bares locais. Não há informações recentes sobre o casal.

Relação distante com a filha

O ponto mais delicado de sua trajetória segue sendo a relação com a filha, que tinha 1 ano na época do crime. Após a prisão, a guarda da menina foi concedida aos avós paternos, Mitsuo Matsunaga e Misako Kitano, que a criaram longe da mãe.

Aos 9 anos, a criança descobriu a verdade sobre o assassinato do pai. Desde então, não mantém contato com Elize. Os avós chegaram a pedir à Justiça a retirada do nome da mãe da certidão de nascimento, e a jovem só poderá decidir sobre um eventual reencontro quando completar 18 anos.