31 de julho de 2025
inclusão

Estudantes de fonoaudiologia promovem ação de extensão em escola de Maceió

Com brincadeiras lúdicas, estudantes de faculdade particular levaram a Língua Brasileira de Sinais para alunos do colégio Gigantinhos, no bairro do Poço

Por Redação
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Alunos participaram de atividade inclusiva sobre a Língua Brasileira de Sinais - Foto: Cortesia

Um projeto de extensão universitária transformou a tarde de quarta-feira (29) em uma experiência de aprendizado e inclusão para crianças do colégio Gigantinhos, no bairro do Poço, em Maceió. Estudantes do segundo período de Fonoaudiologia de uma faculdade particular da capital desenvolveram atividades lúdicas para apresentar a Língua Brasileira de Sinais (Libras) aos pequenos alunos.

Sob o tema "Comunicar é muito mais do que falar", a iniciativa buscou demonstrar na prática as diferentes formas de comunicação. A universitária Rafaela Costa, uma das participantes, compartilhou sua experiência: "Aproximei as crianças com a história, foi gratificante e totalmente novo pra mim. Foi muito bom ver a alegria no rosto de cada um", emocionou-se.

Além do aspecto lúdico, o projeto trouxe benefícios significativos para o desenvolvimento das crianças. Como explicou Rafaela, a Libras ajuda a melhorar o desenvolvimento cognitivo, ensina o respeito às diferenças e fortalece a linguagem, pois permite que as crianças associem os sinais aos fonemas e letras. O entusiasmo pelo aprendizado ficou evidente quando a aluna Maria Cecília, de 6 anos, comemorou animadamente ter aprendido a fazer o sinal para "gatinho".

A diretora do Gigantinhos, Amanda Lacerda, destacou a importância da iniciativa: "Estamos muito felizes por receber os alunos de fonoaudiologia, foi uma tarde muito especial com as crianças, promovendo para eles momentos de aprendizado e inclusão. Agradecemos muito por essa parceria e estamos sempre de portas abertas para iniciativas como essa em nosso espaço". Ela reforçou o compromisso da instituição em abrir suas portas para projetos que enriquecem a formação dos estudantes e contribuem para uma educação mais inclusiva desde a primeira infância.